sexta-feira, 29 de abril de 2011

Kate Middleton mais de um vestido para seu casamento

Os boatos de que Kate Middleton teria feito mais de um vestido para seu casamento não estavam completamente errados. A agora Duquesa de Cambridge trocou de look para a outra parte da celebração do casamento com o príncipe William, que inclui um jantar no Buckingham Palace para 300 pessoas oferecido pelo príncipe Charles.

Também criado por Sarah Burton, o tomara que caia branco com corset justinho e saia mais volumosa (mesma forma do usado na cerimônia religiosa) com uma faixa de cristais na cintura foi acompanhado de cardigã cropped de cashmere bem felpudo. Qual o melhor?

Informações e foto: Portal http://vogue.globo.com

Cardápio e Bolo do Casamento Real





O site oficial do casamento real divulgou nesta sexta-feira (29) o cardápio da recepção oferecida pela rainha Elizabeth aos noivos, o duque e a duquesa de Cambridge, no palácio de Buckingham. Saiba alguns dos itens que foram servidos no evento:

-Terrina de pato prensado com chutney de frutas
- Variedade de Palmiers e palitos de queijo
- Salmão fumado escocês rosé em blini de beterraba
- Agrião miniatura e torta de aspargos
- Aspargos com Molho Holandês
- Ovos de codorna com sal de aipo
- Lagostins escoceses com maionese de limão
- Cogumelos selvagens
- Opera gateau
- Crème brûlée
- Praline maracujá
- Trufa ganache de chocolate branco
- Chocolate ao leite praline com nozes
- Trufa ganache de chocolate amargo

De acordo com o site oficial, aos 650 convidados também será servido champagne Pol Roger NV Brut Réserve e uma seleção de bebidas alcóolicas e refrigerantes.

O bolo

A casa real também divulgou mais informações sobre o bolo de casamento. Confeccionado por Fiona Cairns, ele é composto por 17 bolos de frutas individuais montados em oito andares, e foi decorado com creme de confeiteiro usando a técnica de Joseph Lambeth.
Informações: portal Quem

Detalhes do Casamento Real


Perfume

A família real britânica encomendou dois perfumes especialmente para o casamento entre o príncipe William e Kate Middleton. Eles foram apresentados em Hamburg, na Alemanha.

As fragâncias, criadas por Kim Weisswange, levam os nomes dos noivos: Catherine e William. Em cada frasco, uma medalha traz a foto do casal em preto e branco

Anel

O anel que Kate Middleton ganhou é de safira do Ceilão, rodeada por 14 diamantes e pertenceu à Lady Di, mãe do príncipe William. Custa em torno de U$ 65 mil

Vestido

Segundo o site oficial do casamento, Kate escolheu Alexander McQueen pela beleza de seu trabalho e seu respeito pelo acabamento bem feito e sua técnica de construção de roupas. Ela queria combinar tradição e modernidade com a visão artística de McQueen. Kate acompanhou de perto Sarah Burton na formulação do vestido.

A aplicação de renda e a saia foram feitos à mão pela Royal School of Needlework (Escola Real de Bordado), baseada no Hampton Cout Palace. O vestido é de organza de seda marfim. O corset de seda marfim faz menção a tradição vitoriana de espartilho e é uma característica dos trabalhos de McQueen. As costas trazem organza e botões forrados presos por alças Rouleau. A saia é feita de tule de seda e enfeitada com rendas Cluny.
Sapatos
Os sapatos de Kate Middleton foram feitos à mão pela equipe de Alexander McQueen e trazem um laço bordado também na Escola Real de Bordado
.

Festa Paralela

Os pais de Kate Middleton fazem nesta sexta-feira uma festa paralela aos eventos oficiais para comemorar o casamento da filha com o príncipe William.

Logo após acompanharem a filha na cerimônia do casamento, na abadia de Westiminster, na manhã desta sexta-feira, Michael e Carole Middleton seguirão para o luxuoso hotel Goring, também na capital britânica, para celebrar com amigos e familiares excluídos da lista oficial de convidados para o casamento.

A cerimônia na abadia de Westminster será acompanhada por 1.900 convidados, numa lista que inclui monarcas e mandatários estrangeiros, diplomatas, políticos e celebridades.

Logo após, haverá um almoço oferecido pela rainha Elizabeth 2ª para 600 convidados no palácio de Buckingham.

À noite, o príncipe Charles, pai do noivo, oferece um jantar com dança para um grupo mais reduzido, de 300 convidados. A rainha não participará do jantar.

A festa organizada pelos pais de Kate Middleton no hotel Goring, no bairro de Belgravia, deve ter início às 17h (13h de Brasília).

Segundo o jornal The Daily Telegraph, a família teria reservado todos os 71 quartos do hotel, onde Kate, os pais e os irmãos também passaram a noite antes do casamento.

Cardápio:

De acordo com a tradição, o cardápio do casamento do Príncipe Willian será todo escrito em francês.

O chef Mark Flanagan (chef de cozinha da família real britância), responsável pela elaboração dos pratos, testou todas as receitas de pratos salgados, doces e dos drinques um mês antes do casamento. As panelas que serão usadas também já foram separadas.

Acredita-se que o menu tenha:

ENTRADAS
• Ovos de codorna
• Canapés variados

• Patê de Gleneagles (terrina de truta, salmão e cavala defumados)

PRATO PRINCIPAL
• Bifes gaélicos (flambados no uísque)
• Cordeiro orgânico criado na fazenda do príncipe Charles

SOBREMESA
• Flan de banana (o preferido de William)

Menu bem britânico

O menu do almoço servido durante a recepção da rainha não será revelado até o grande dia. A única certeza que se pode ter é que será “bem britânico”. Especula-se que será como um coquetel da tarde, com mordomos passando aperitivos e canapés. Os chefs do palácio estariam preparando cerca de 10 mil canapés para a ocasião. São 21 chefs cuidando de 18 variedades de sabores de pratos. Uma cerveja também foi fabricada especialmente para a ocasião.

Porém, não terá cerveja. O noivo cortou a bebida do cardápio, segundo o jornal britânico Daily Mail, porque julgou inapropriado servi-la na presença da avó, a rainha Elizabeth II. Além disso, nem ele nem Kate pretendem beber na cerimônia.

De acordo com a publicação, o cardápio foi feito com a intenção de oferecer aos convidados uma experiência sofisticada. De qualquer forma, nem Kate nem William são fãs de cerveja. A futura princesa, aliás, não é afeita a bebidas e costuma tomar apenas vinho socialmente.

Uma porta-voz do Palácio de Buckingham declarou que “a rainha será a anfitriã da recepção durante o almoço e, logo em seguida, ela e o duque de Edimburgo vão viajar”.

A rainha não participará do discurso do padrinho do noivo, o Príncipe Harry, numa recepção para 300 convidados, após o almoço. Contudo, Elizabeth II estará presente no momento em que os recém-casados cortarão o bolo de casamento.


Curiosidades:

Foram feitos 3 vestidos de reserva para a noiva

A noiva Kate Middleton não está usando cores nas unhas! Faz parte do protocolo não usar cores.

Kate Middleton preferiu fazer sua própria maquiagem para o dia de seu casamento. E parece que as aulas de automaquiagem deram resultado: Kate está com um make leve e apropriado para uma noiva da família real britânica.

Da manicure, no entanto, Kate não abriu mão. A madrasta do Príncipe Wiliam, Camilla Parker Bowles, providenciou uma manicure experiente para cuidar das mãos da noiva, que pintou as unhas de Kate com uma clássica misturinha dos esmaltes Rose Lounge 28, da Bourjois, e o Allure 423, da Essie.

"Catherine queria uma coisa muito natural e acho que essa combinação de cores combinou com a pele dela de um jeito muito bonito", disse a manicure Marina Sandoval ao Mail Online.

Príncipe William não usará aliança: A Monarquia Britânica anunciou nesta sexta-feira que o príncipe William, segundo na linha de sucessão ao trono, não usará aliança após se casar com Kate Middleton, em 29 de abril. A decisão do príncipe seria devido a uma preferência pessoal de William, refletindo um hábito que tem se tornado mais comum nos últimos anos na Grã-Bretanha. O pai de William, o príncipe Charles, usa uma aliança. Por outro lado, o Duque de Edimburgo, marido da Rainha Elizabeth 2ª e avô paterno de William, optou por não usá-la. Acredita-se que, durante a cerimônia de casamento, William irá colocar a aliança no dedo da noiva, mas ela não fará o mesmo com ele. “De acordo com a vontade do casal, a senhorita Middleton vai usar um anel, que será dado pelo príncipe William”, disse um porta-voz.

Ouro

O anúncio sobre as alianças foi feito logo após a visita que a Rainha fez a William na base aérea da Ilha de Anglesey (na costa norte do País de Gales), onde ele trabalha como pesquisador e piloto de resgate.

Também nesta sexta-feira, a Família Real confirmou que Middleton vai usar um anel feito de ouro retirado de uma mina galesa.

O ouro da mina de Clogau St David, presente da Rainha, já foi usado em anéis de diversos casamentos reais, incluindo o da própria Elizabeth 2ª, o da Rainha Mãe e da princesa Diana, mãe de William, morta em 1997.

A menos de um mês do casamento, o Ministério da Defesa anunciou que mais de mil homens das Forças Armadas vão se espalhar pelo trajeto em Londres entre a Abadia de Westminster, onde será realizado o casamento, e o Palácio de Buckingham, residência oficial da Rainha na capital britânica, onde depois será realizado um baile para os convidados.

“É uma grande honra para nós fazer parte (desse evento). Vamos sempre nos lembrar com muito orgulho”, afirmou o general David Richards, chefe do Departamento de Defesa.

Horário

Mais que pontual: terminou 5 minutos antes do previsto. Casal vai para Palácio de Buckingham

Depois do casamento, Kate Middleton deve ser chamada de Catherine, seu nome de batismo.

Casamento avaliado em 80 milhões de reais;

Os noivos vão morar numa ilha

Kate pediu que recriassem um jardim dentro da Abadia. Mais de quatro toneladas de folhagens e oito árvores de aproximadamente seis metros de altura foram encomendadas;

Uma neta de Camilla, a duquesa da Cornulha, madrasta de William,foi uma das escolhidas para ser daminha de honra. Eliza Lopes tem três anos.

Billy Lowther-Pinkerton, de dez anos, e Tom Pettifer, de oito anos, são os pajens do casamento. Billy é filho de Jamie Lowther-Pinkerton, secretário dos príncipes, e Tom é filho de Tiggy Pettifer, babá de William na infância.

Houve 13 mil tweets por minuto na hora do casamento;

A quantidade de pessoas querendo ver o casamento real na web superou a capacidade dos servidores da BBC britânica. O site caiu com a sobrecarga de acessos;

Uma multidão assistiu ao casamento estimado o dobro de pessoas do casamento do Príncipe Charles e Diana;

Os sinos da Abadia de Westminster tocarão continuamente por três horas após a cerimônia;

O bolo de casamento de William e Kate foi em versão dupla. Um escolhido pela noiva, e é mais tradicional, decorado com flores comestíveis. Já o bolo de William é um dos favoritos do príncipe. O que se sabe é que ele é feito de biscoito de chocolate, mas nenhum outro detalhe foi revelado pois trata-se de uma receita secreta da Família Real;

Dentre os homens nos cavalos, estão amigos do Príncipe William;

William e Kate são agora marido e mulher, o casal duque e duquesa de Cambridge;

Regras:

A Catherine agora não pode mais carregar bolsa, não pode mais comer ostras, terá que andar dois passos atrás do marido, não pode mais chorar em público e não pode mais trabalhar;

5.500 festas aconteceram em Londres, no dia do casamento, com tema do casamento real;

O CasamentoReal parou o mundo!

Informações: Portais Caras, R7, Globo, UOL, Quem e via twitter


quinta-feira, 28 de abril de 2011

Único brasileiro na lista, embaixador vai sozinho ao casamento real

O embaixador do Brasil no Reino Unido, Roberto Jaguaribe, é o único brasileiro confirmado na lista de 1.900 convidados para a cerimônia religiosa do casamento do príncipe William com Kate Middleton, nesta sexta-feira (29). A "honra", contudo, vem com um lado negativo: ele terá que ir sozinho, já que o convite protocolar é válido somente para o diplomata.

Jaguaribe confirmou por telefone à Folha.com que irá ao casamento, que será realizado às 11h (7h de Brasília) na tradicional Abadia de Westminster, em Londres. A Folha.comvai cobrir o evento ao vivo, em live blogging, a partir das 6h.

A cerimônia vai ser a primeira vez que Jaguaribe vê os noivos --e ele deve ter uma visão privilegiada na grande abadia. Segundo o mapa de lugares divulgado pela imprensa, ele e os outros diplomatas devem se sentar na parte da frente da igreja, ao lado do local dedicado aos membros da família real e bem perto de William e Kate.

"Acho que será uma cerimônia muito bonita, com uma decoração muito bonita. O protocolo britânico [responsável pela organização] é muito competente e os horários devem ser cumpridos à risca", disse o embaixador, confirmando a fama de pontualidade do povo britânico. O palácio real divulgou um cronograma minuto a minuto para a cerimônia e que prevê a saída de Kate do luxuoso hotel Goring às 6h51.

Jaguaribe contou ainda que não comprou nada para os noivos, já que, nestes casos de convites oficiais, o presente é encaminhado pela equipe diplomática.

Ele disse, contudo, que acha difícil que o governo brasileiro adote o conselho dos noivos e troque o presente por uma doação para uma de 26 organizações de caridade, a maioria pouco conhecidas e sem patrocínio real até então. O palácio criou inclusive um fundo especial para receber as doações, que podem ser feitas em seis diferentes moedas através do site www.royalweddingcharityfund.org.

FESTA

Logo após a cerimônia em Westminster, que deve durar uma hora, Jaguaribe seguirá para uma festa no palácio Lancaster House dedicada aos embaixadores e diplomatas pela Chancelaria britânica. Lá, poderá levar sua mulher e deve ser recebido pelo chanceler, William Hague.

Os noivos, contudo, devem seguir para a recepção organizada para a rainha e com uma lista bem mais exclusiva: 650 convidados. Em seguida, eles têm um jantar será ainda mais íntimo, para privilegiados 300 amigos e familiares.

"Não descarto que algum membro da família real compareça, mas os noivos certamente não irão", disse Jaguaribe, explicando que esta será uma das milhares de festas que o povo e o governo britânico vão organizar nesta sexta-feira para celebrar as bodas de William e Kate.

SENSAÇÃO

O embaixador, que mora em Londres, contou que há dias o clima é de grande expectativa. "A cidade está repleta de bandeiras, todos estão mobilizados, Os canteiros estão cheios de flores e a segurança, obviamente, também foi aumentada".

Ele preferiu evitar comparações com o casamento dos pais de William, príncipe Charles e Lady Diana, em 1981, último grande casamento real britânico.

Mas reconheceu que a realeza do Reino Unido é especialista em atrair a atenção da imprensa estrangeira e criar mitos. "O casal é jovem e a moça é plebeia e muito bonita, tudo isso torna o evento mais popular", disse.

Reconhecendo o interesse, o governo britânico decretou feriado no Reino Unido nesta sexta-feira. A embaixada brasileira também vai fechar, para que todos possam acompanhar o festejo.

Informações: Portal Folha de São Paulo

quarta-feira, 27 de abril de 2011

As máquinas de escrever na minha vida

Sou filha de taquigrafa, irmã de taquigrafa e sobrinha de taquigrafas. Isso quer dizer que os sons das cantigas de rodas sempre se misturaram ao som das teclas da máquina de escrever.
Portanto, me doeu o coração quando li a notícia que a última fábrica de máquinas de escrever colocou o ponto final em suas atividades.
Tenho a impressão que as máquinas de escrever são vivas, assim como as pessoas. Através delas muitas pessoas tiveram companhia na solidão, porque através delas muitos livros ganharam vidas.
As máquinas de escrever deixam de ser fabricadas, mas em compensação deixam um acervo cultural impagável para a humanidade. Continuam vivas!

"O que valeu a pena está destinado à eternidade." [Rubem Alves]



Última fábrica de máquinas de escrever fecha as portas




A Godrej & Boyce, de Bombaim e a última fabricante de máquinas de escrever da Índia, decidiu colocar o ponto final em uma trajetória de mais um século, segundo publicou hoje o site do jornal português Páublico.

Na década de 90, quando as máquinas de escrever já deixaram de ser fabricadas no Ocidente, a Godrej & Boyce ainda conseguia vender cerca de 50 mil unidades por ano. No entanto, no ano passado, saíram da fábrica menos de 800 máquinas.

“No início dos anos 2000, os computadores passaram a dominar. Todos os fabricantes de máquinas de escrever de escritório pararam a produção, exceto nós”, afirmou o diretor executivo da empresa, Millind Dukle, ao jornal indiano Business Standard.

Eles resistiram até abril de 2011.

“Não estamos recebendo encomendas. Até 2009, costumávamos produzir 10 a 12 mil máquinas por ano”, disse Dukle. Na despedida, sobraram duas centenas de máquinas, que ainda se encontram em armazém, a maioria em árabe. “Esta pode ser a última oportunidade para os amantes da máquina de escrever”, afirmou o empresário.

As máquinas vão passar definitivamente para os antiquários e museus, associadas a alguns dos escritores mais relevantes do século passado, como Faulkner, Hemingway, Burroughs, Kerouac. Este último, por exemplo, escreveu “On The Road” (Pé na Estrada) num único rolo de papel, para não ter que trocar as folhas da máquina e interromper a narrativa.

As histórias são muitas, os nomes reconhecíveis também – ainda hoje Cormac McCarthy escreve à máquina. Contudo, a história deste instrumento, que começou a ser desenvolvido no início do século XVIII, não se restringe a notáveis. Nos escritórios, as máquinas foram por muito tempo um equipamento indispensável.

A primeira máquina de escrever comercial foi fabricada em 1867 nos Estados Unidos. Nos anos 50, o equipamento transformou-se em um símbolo da independência na Índia.

Informações: Portal IG Economia

Ilha pertencente a bilionário pode ser alugada por 53 mil dólares a diária





Pertencente ao bilionário Sir Richard Branson, a Necker Island é um verdadeiro paraíso localizado nas Ilhas Virgens Britânicas que pode ser sua por quantas noites o seu dinheiro permitir. Mas provavelmente não serão muitas.

Se você tem mais de 53 mil dólares na conta, parabéns. Você e mais 28 amigos podem passar pelo menos um dia naquele território maravilhoso de 74 acres rodeado por águas azul turquesa, areia branca e lindas barreiras de corais.

Celebridades como Mariah Carey, Oprah, Jaz-Z e Beyoncé já desfrutaram daNecker Island e não se arrependeram. Além da vista de tirar o fôlego, a ilha conta com acomodações de luxo – uma mansão com 8 quartos e mais 6 bangalôs – e atividades ótimas para aproveitar o tempo, como surfe com pipa, passeios de barco, windsurf, equi aquático, caiaque, bilhar, tênis, dardos e até um passeio inesquecível no Necker Nymph
Agora, quem prefere relaxar mesmo, o ideal é curtir as atividades do Bali Leha Spa ou aproveitar a academia totalmente equipada e com ar condicionado. Tentador, não é mesmo?

Bem, se pode ser você e mais 28 amigos, o aluguel para um dia sai mais ou menos 1.827,90 dólares por pessoa – se for dividir, sai uma pechincha!, um submarino para 3 pessoas.
Informações: Portal Spintravel

Principado de Astúrias



O Principado de Astúrias é uma comunidade independente da Espanha - apelidada de “paraíso natural” - que reserva muitas qualidades que muitos ainda não conhecem.
Para isso, mais de vinte personalidades de diferentes ares de atuação deram depoimentos sobre os fascínios de Astúrias.

O vídeo promocional: http://www.youtube.com/watch?v=Dx23ZWKdfXk é uma campanha premiada muito bem feita para aproximar turistas da terra carregada de atrativos tão peculiares quando estes de Astúrias: belezas naturais, incentivo à tecnologia e à cultura, gastronomia distinta, qualidade dos setores públicos, hospitalidade da população local, só para citar algumas das virtudes do território europeu.

O cineasta americano, Woody Allen, dá uma das declarações mais afetivas com o local. Veja só:
Astúrias é um paraíso. Se alguma vez eu tiver que me esconder do mundo e passar o resto da minha vida em um lugar maravilhoso, Astúrias seria a escolha perfeita. Me encanta sua beleza, seu clima, o povo é encantador, é perfeito” .

Informações e fotos: Portal Spintravel

Viagem no espaço: 95 mil dólares um passeio a bordo da nave Lynx


Os aventureiros com muito dinheiro no bolso podem fazer uma viagem especial – ou melhor, espacial. A agência Ophir Tours oferece um pacote de passeio a bordo da nave Lynx.

Por 95 mil dólares a pessoa pode reservar sua vaga na viagem que está marcada para o começo do próximo ano. A empresa garante uma jornada maravilhosa no espaço e um retorno seguro à Terra, só que não se empolgue demais – o tour dura apenas 30 minutos.

Por outro lado, não pense que os 95 mil dólares cobrem apenas os 30 minutos. O valor também inclui 5 dias em um resort de luxo para você fazer os treinamentos, preparações e avaliações médicas com muito conforto.

Informações: Portal Spintravel

Países mais 'felizes' tem maiores taxas de suicídio, diz estudo

Países em que as pessoas se sentem mais felizes tendem a apresentar índices mais altos de suicídio, segundo pesquisadores britânicos e americanos.

Os especialistas sugerem que a explicação para o fenômeno estaria na tendência dos seres humanos de se comparar uns aos outros.

Sentir-se infeliz em um ambiente onde a maioria das pessoas se sente feliz aumenta a sensação de infelicidade e a probabilidade de que a pessoa infeliz recorra ao suicídio, a equipe concluiu.

O estudo foi feito por especialistas da University of Warwick, na Grã-Bretanha, Hamilton College, em Nova York e do Federal Reserve Bank em San Francisco, Califórnia, e será publicado na revista científica Journal of Economic Behavior & Organization.

Ele se baseia em dados internacionais e em informações coletadas nos Estados Unidos.

Nos EUA, os pesquisadores compararam dados obtidos a partir de depoimentos de 1,3 milhão de americanos selecionados de forma aleatória com depoimentos sobre suicídio obtidos a partir de uma outra amostra, também aleatória, com um milhão de americanos.

Paradoxo

Os resultados foram desconcertantes: muitos países com altos índices de felicidade felizes têm índices de suicídio altos.

Isso já foi observado anteriormente, mas em estudos feitos de forma isolada, como, por exemplo, na Dinamarca.

A nova pesquisa concluiu que várias nações - entre elas, Canadá, Estados Unidos, Islândia, Irlanda e Suíça - apresentam índices de felicidade relativamente altos e, também, altos índices de suicídio.

Variações culturais e na forma como as sociedades registram casos de suicídio dificultam a comparação de dados entre países diferentes.

Levando isso em conta, os cientistas optaram por comparar dados dentro de uma região geográfica: os Estados Unidos.

Do ponto de vista científico, segundo os pesquisadores, a vantagem de se comparar felicidade e índices de suicídio entre os diferentes Estados americanos é que fatores como formação cultural, instituições nacionais, linguagem e religião são relativamente constantes dentro de um único país.

A equipe disse que, embora haja diferenças entre os Estados, a população americana é mais homogênea do que amostras de nações diferentes.

Utah e Nova York

Os resultados observados nas comparações mais amplas entre os países se repetiram nas comparações entre diferentes Estados americanos.

Estados onde a população se declarou mais satisfeita com a vida apresentaram maior tendência a registrar índices mais altos de suicídio do que aqueles com médias menores de satisfação com a vida.

Por exemplo, os dados mostraram que Utah é o primeiro colocado no ranking dos Estados americanos em que as pessoas estão mais satisfeitos com a vida. Porém, ocupa o nono lugar na lista de Estados com maior índice de suicídios.

Já Nova York ficou em 45º no ranking da satisfação, mas tem o menor índice de suicídios no país.

Ajustes

Para tornar mais justas e homogêneas as comparações entre os Estados, os pesquisadores levaram em consideração fatores como idade, sexo, raça, nível educacional, renda, estado civil e situação profissional.

Após esses ajustes, a relação entre índice de felicidade e de suicídios se manteve, embora as posições de alguns países tenham se alterado levemente.

O Havaí, por exemplo, ficou em segundo lugar no ranking ajustado de satisfação com a vida, mas possui o quinto maior índice de suicídios no país.

Nova Jersey, por outro lado, ocupa a posição 47 no ranking de satisfação com a vida e tem um dos índices mais baixos de suicídio - coincidentemente, ocupa a posição 47 na lista.

"Pessoas descontentes em um lugar feliz podem sentir-se particularmente maltratadas pela vida", disse Andrew Oswald, da University of Warwick, um dos responsáveis pelo estudo.

"Esses contrastes sombrios podem aumentar o risco de suicídio. Se seres humanos sofrem mudanças de humor, os períodos de depressão podem ser mais toleráveis em um ambiente no qual outros humanos estão infelizes".

Outro autor do estudo, Stephen Wu, do Hamilton College, acrescentou:

"Este resultado é consistente com outras pesquisas que mostram que as pessoas julgam seu bem estar em comparação com outras à sua volta".

"Esse mesmo efeito foi demonstrado em relação a renda, desemprego, crime e obesidade". BBC Brasil - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC.

Informações: Portal Estadão

A história de São Jorge



São Jorge, o cavaleiro da armadura reluzente atingindo do seu cavalo o dragão com a lança, é um santo popular em todo o mundo.

Lenda ou realidade, tem presença significativa na história de grandes instituições, nas artes e na vida militar de numerosos países.



Foi o que resgatou a edição do Jornal do Brasil em 23 de abril de 1964, apontando o equívoco de considerá-lo apenas como patrono de seitas exóticas, atribuindo-lhe denominações e interferências conflitantes com o espírito da Igreja Católica, desconsiderando o que consta sobre a sua história.

Oficial de alta patente do exército romano, sofreu o martírio com outros cristãos nas perseguições do Imperador Diocleciano no século III. Contudo, o que consta das atas foi declarado sem autenticidade pelo Papa Gelásio, duzentos anos depois. Mas é certo que o militar foi martirizado e, o seu culto, nascido na Igreja Oriental chegou até a Igreja do Ocidente.

Foi feito patrono dos exércitos de várias nações, sobretudo cavalarias. Os gregos o denominaram mártir e puseram-se sob o seu patrocínio. A Inglaterra o tomou por padroeiro. Entre esses dois povos europeus o culto de São Jorge é tão popular como no Brasil. Em Portugal, a sua veneração começou no século XIV, quando D. João, após a batalha de Aljubarrota contra os castelhanos, reedificou o Castelo de Lisboa com o nome de Castelo de São Jorge, e ordenou que a sua imagem figurasse na procissão de Corpus Christi.

O culto de São Jorge chegou até nós ainda na fase da colonização. Reverbera por todo o país, mantido com grande respeito pelo povo. As corporações militares o consagram como patrono da cavalaria, e participam das comemorações que se celebram por seu nome.
Informações: Portal Jornal do Brasil Hoje na História

71 anos do Estádio Pacaembu


Revestiu-se de intenso brilho a inauguração do majestoso Estádio Municipal do Pacaembu. Repleto de uma assistência entusiástica, o grandioso Estádio da capital paulista apresentava um aspecto deveras empolgante, com o desfile dos atletas, que arrancavam frequentes e prolongadas salvas de palmas, ao som das marchas das bandas militares no auditório." Jornal do Brasil

São Paulo iniciava uma nova era para o esporte no país. Marcado por um grande desfile de abertura, com a presença do então presidente da República, Getúlio Vargas, dos interventores de São Paulo e Rio, do Prefeito de São Paulo e demais autoridades ilustres, foi inaugurado o Estádio Municipal do Pacaembu, firmando-se como o maior complexo esportivo da América do Sul. O evento foi amplamente divulgado e celebrado por paulistas e visitantes que chegaram de diferentes partes do Brasil para assistí-lo.

Estádio Pacaembu. Inauguração. Reprodução.
A primeira partida de futebol foi disputada em 28 de abril de 1940, quando o Palestra Itália, hoje Palmeiras, derrotou o Coritiba por 6 x 2. Rodada dupla, no segundo jogo foi a vez do Corinthians vencer o Atlético Mineiro, por 4 x 2. A disputa final do torneio, Taça Cidade de São Paulo, foi entre Corinthians e Palestra, sagrando-se este campeão.

Palco de grandes eventos, o Pacaembu acolheu a Copa de 1950, competição disputada também nos gramados do Maracanã e os Jogos Pan-Americanos de 1963, que teve São Paulo como cidade sede.

O Estádio Municipal do Pacaembu leva hoje o nome do Marechal da Vitória, Paulo Machado de Carvalho, chefe da delegação brasileira nas vitoriosas campanhas das Copas de 1958, na Suécia, e de 1962, no Chile.
Informações: Portal Jornal do Brasil Hoje na História

terça-feira, 26 de abril de 2011

Imprevisível

"Somos inocentes em pensar, que sentimentos são coisas passíveis de serem controladas.

Eles simplesmente vêm e vão, não batem na porta, não pedem licença. Invadem,

machucam, alegram. São imprevisíveis e sua única regra é a inconstância total. É irônico

que justamente por isso, eles sejam tão perfeitos."[CaioFAbreu]

domingo, 24 de abril de 2011

Por que salvar uma língua

Ta graih aym ort

Ou por que salvar uma língua

por Ricardo Sangiovanni

Diz a Bíblia que as diferentes línguas surgiram da pretensão humana que, na ânsia de atingir o céu, construiu a Torre de Babel. A construção ficou tão alta e realizada de forma tão lenta que, ao longo das décadas, Deus aproveitou para fazer com que os operários que trabalhavam em cima passassem a falar um idioma diferente dos que ficavam na base da obra. Com o tempo, todo mundo se desentendeu, a torre (como a Cidade da Música, no Rio) não foi adiante e, no lugar da língua única, apreendida no Jardim do Éden, surgiu a babel idiomática.

Agora, 300 estudantes de 137 países, quase todos alunos da Universidade de Sheffield, no Reino Unido, reviveram a babel bíblica, ao menos no plano linguístico. Durante o Festival Internacional de Línguas – o primeiro do gênero na Grã-Bretanha –, ofereceram-se, por dois dias, aulas introdutórias, de uma hora cada, de 150 línguas diversas. Por 2 libras, qualquer um podia assistir a quantas apresentações aguentasse no dia. De mandarim a iorubá. De galês a gujaráti.

O patrono da ideia foi um estudante polonês que cursa chinês e alemão na universidade. Ele se apresenta como Max, e não diz o sobrenome de jeito nenhum. Expressões usadas em seu discurso na abertura – “Estamos todos unidos com um objetivo comum” ou “Somos uma orquestra em que cada um dá sua contribuição” – e a própria organização do festival deixaram claro que seu propósito é realmente não discriminar língua alguma. Tanto que um dos professores chamados por Max para sua babel foi o escritor Christopher Lewin, nascido e criado na Ilha de Man, entre o Reino Unido e a Irlanda. Coube a ele ensinar o bê-a-bá do idioma da ilha, o gaélico manês – ou simplesmente manx.

Detrás de aros de acrílico escuro e lentes de raio três vezes maior que o de seu olho, do oleoso cabelo preto caído na testa e de uma barba cheia e esfiapada que lhe dá ares de profeta, Christopher Lewin contou que só umas 1 600 pessoas, 2% dos habitantes da ilha, sabem manx. Ainda assim, como segunda língua, depois do inglês. Desses, algumas centenas – que ele reconhece na rua – têm fluência.

Originada do celta – um ramo dos idiomas indo-europeus, como o latino e o germânico –, o manx era a língua mais falada na ilha até o século XIX, quando a expansão industrial inglesa tirou a ilha do isolamento. Em 1974, restava como a língua materna de apenas um habitante da ilha.
E desde a morte do pescador Ned Maddrell, naquele ano, não era a de mais nenhum. Mas há sempre aqueles que querem preservar. E, em 1991, surgiu a primeira escola de manx. Desde então, um punhado de crianças e adultos jovens o estuda. Seu lema é Gyn chengey, gyn cheer – ou, para os ignorantes em manx, “Sem língua, sem país”.

Christopher Lewin, de 19 anos, é um dos que querem preservar o idioma. Ele reconhece que sua língua é cheia de contradições e anomalias. Algumas delas revelam, ao mesmo tempo, a riqueza e o anacronismo linguístico em relação ao resto do Ocidente. Em manx quase não se usam pronomes pessoais do caso reto (eu, tu, ele). Bem mais importantes são os do caso oblíquo (mim, te, ti). O resultado é que sem tantos tipos de sujeito, a declinação verbal varia pouco. Curiosa idiossincrasia: com séculos de vantagem em relação à linguística moderna, o manx já destronava o indivíduo de sua função de protagonista da língua – e, por conseguinte, do pensamento.

Talvez more nessa não-preponderância do sujeito a origem de outra peculiaridade do idioma: não existem os verbos “ter” ou “saber” – dois pilares das línguas (e da vida) no Ocidente. Na língua da ilha, eles são desnecessários. Se um falante de manx, incomodado com os latidos de um cão desconhecido, for perguntar ao novo dono da casa ao lado “Você tem um cachorro?”, dirá: Vel moddey ayd? Ao pé da letra, terá dito: “Há um cachorro em ti?” Ao que o incômodo vizinho responderá: Ta moddey aym – “Há um cachorro em mim.” Terá começado uma querela, mas os dois não terão usado o verbo “ter”.

Em manx, o protagonista do pensamento é o objeto. Expressar-se requer pensar em si mesmo como coadjuvante. “Estou com fome” não existe. O certo é Ta accrys orrym – “Há fome em mim.” “Estou com raiva” é Ta coree orrym – “Há raiva em mim.” “Eu sei isso” é Ta fys aym er – “Há conhecimento em mim sobre isso.”

O manx lembra algumas ficções de Jorge Luis Borges. Na língua da ilha, por exemplo, não há como responder simplesmente “sim” ou “não” a questões simples. Então, quem pergunta “Você deu dinheiro a ele?” diz Dug oo argid da? (Ao pé da letra, “Dinheiraste nele?”) E precisa do verbo para entender a resposta: “Sim” é Hug (“Dinheirei”); “Não” é Cha dug (“Não dinheirei”).

Curiosa também é a contagem, em múltiplos de vinte. Algo como o quatre-vingt francês, só que mais complicado: “Cinco” é queig; “dez” é jeih; “quinze” é queig-jeig; “vinte” é feed. Mas como dizer, em manx, “quinze homens”? Queig deiney jeig – “cinco homens dez”. “Trinta e cinco homens”? Queig deiney jeig as feed – “cinco homens dez e vinte”. “Noventa e cinco homens”? Kiare feed dooiney as queig-jeig – “quatro vinte homens e quinze”.

Foi difícil também para Christopher Lewin. Quando começou a estudar a língua, aos 7 anos, por imposição familiar, achava perda de tempo. Seguiu adiante obrigado pelo pai e as coisas melhoraram quando aprendeu a gramática e passou a juntar palavras – viu que podia falar qualquer coisa. Foi juntando e, em 2007, completou 40 mil e lançou um livro: Jough-laanee Aegid as Skeealyn Elley [O Elixir da Juventude e Outras Histórias], três contos dele e duas traduções de Hans Christian Andersen. Em 2010, 80 mil palavras depois, publicou Droghad Ny Seihil [A Ponte de Palavras], a história de Mollie, uma garotinha da ilha que viaja para um universo paralelo, onde escapa dos problemas de casa. Lá, todos falam manx.

No mundo real é diferente. Em fevereiro de 2009, a Unesco, o departamento das Nações Unidas para a educação, publicou em seu Atlas of the World’s Languages in Danger [Atlas de Idiomas em Risco no Mundo] que o manx era uma língua extinta. Crianças da Bunscoill Ghaelgagh, a escola de manx em St. John’s, contra-atacaram mandando uma carta nessa língua a Koïchiro Matsuura, diretor-geral da entidade. Diziam: “Se nossa língua está extinta, então em que língua estou escrevendo?” Seis meses depois, a Unesco voltou atrás – hoje classifica o idioma como “criticamente ameaçado”.

Lewin mudou-se há um ano para Edimburgo. Cultiva o manx e, junto com o idioma, uma dúvida atroz: “Será que falo uma língua-zumbi?” Resigna-se então a conversar em manx com sua torradeira, e a ler e reler a Bíblia, um dos poucos livros escritos na língua. Ele encerrou a aula na babel de Sheffield ensinando a dizer em manx a frase mais anotada nas lições do festival: “Eu te amo” – Ta graih aym ort. Literalmente: “Há amor em mim por ti.” Pouca gente pensa no amor assim, mas há sentido e beleza na formulação. Outra prova de que nenhuma língua é uma ilha.

Informações: http://tinyurl.com/428mbqy via @brumelianebrum e @anna_saramago