quarta-feira, 28 de março de 2012

Cinema de luxo à francesa: hotel oferece sessão de cinema com brunch recheado de delícias


Após dois anos de reforma total, assinada por Philippe Starck, e desde a reabertura em outubro de 2010, o Royal Monceau Raffles Paris faz parte da nova geração de hotéis de luxo, que propõe ideias inovadoras para satisfazer sua clientela exigente. Além da badalada concept store L'Eclaireur, do spa My Blend by Clarins e do concierge cultural Art District, a boa nova para a primavera parisiense são os projetos Brunch-Ciné e Ciné-Goûter.
A partir deste mês, todos os sábados contarão com apresentações de clássicos da sétima arte e filmes atuais no cinema privé Le Cinema des Lumières, dentro do hotel. O espaço dispõe da mais alta tecnologia de projeção, que rende ao Royal Monceau o título de cinema mais high-tech de toda a Europa. Além disso, quem vai ao local desfruta das reinterpretações de guloseimas clássicas das salas de cinema assinadas pelo chef pâtissier Pierre Hermé. Surgem, aí, pipocas sabor caramelo salgado, sorvetes em barras e marshmallows servidos quentinhos em embalagens térmicas.

Brunch-Ciné oferece um menu completo de 85 euros assinado por Laurent André e Gabriel Grapin, servido por volta do meio-dia, antes da sessão de cinema, no descolado restaurante La Cuisine. Por lá, tudo pode ser customizado de acordo com desejo do cliente. Que tal um mil folhas de Pierre Hermé preparado especialmente para você?
Já no Ciné-Goûter a degustação das delícias é feita após a projeção, às 16h, no charmoso Le Bar Long. O menu de 40 euros oferece um doce de Pierre Hermé e um cocktail. Verdadeiro convite a um animado happy hour. 
Informações: Alline Cury, de Paris, especial para o iG 


domingo, 25 de março de 2012

Hoje


'Hoje vou viver pra esperança, pra coisas bonitas e sorrisos largos.                               [...]  Hoje vou andar de mãos dadas com meu anjo da guarda.' Caio Fernando Abreu

7 erros comuns cometidos por casais na 1ª viagem


Tudo é perfeito quando se fantasia uma possível viagem com o novo namorado. No entanto, quando a oportunidade se torna realidade, muitos casais costumam cometer erros bobos, que atrapalham o clima do primeiro momento de descanso juntos. Confira abaixo os sete principais problemas, segundo o site Madame Noire:
Ficar preso aos inconvenientes 
Viagens podem ser estressantes: filas nos aeroportos, excesso de bagagem, atraso na saída do transporte. Não deixe que esses inconvenientes acabem com seu humor. Lembre-se que, em breve, vai desfrutar de momentos gostosos com o parceiro. Mantenha o pensamento positivo.

Passar o tempo todo na cama
Por mais que o relacionamento seja novo e tudo excite o casal, não fique trancado no quarto do hotel. Aproveite para fazer coisas novas na companhia do outro. Essas são as lembranças que vai guardar.

Questionar a rotina do outro
Não critique a rotina do outro, por mais estranha que lhe pareça. Se ele gosta de passar bastante tempo em seu ritual de beleza, não se estresse com isso. As pessoas são diferentes.

Manter a rotina
Lembre-se que está em um momento para relaxar. Não acorde cedo porque isso faz parte da sua rotina, por exemplo. Fique um pouco mais na cama, abrace o outro.

Criticar atividades
Não pergunte "tem certeza que realmente quer fazer isso?". Ceda um pouco e também apresente suas ideias. Você pode acabar se divertindo com as atividades que nem pensava em praticar.

Achar que é a vida real
Os momentos que passaram em uma viagem não representam a "vida real". O costume de checar e-mails à tarde podia até não combinar com o passeio e lhe irritar, mas, na rotina normal, passaria despercebido.

Não falar sobre questões corporais
Qualquer um pode ficar doente em uma viagem, seja pela alimentação diferente, pelo balanço do navio. E é muito ruim passar mal ao lado de alguém com quem nunca conversou sobre esse tipo de assunto.

Informações: Portal Terra

Com apenas 11 suítes, o hotel Hub Porteño é sinônimo de elegância



Ele está situado no charmoso bairro da Recoleta, com seu estilo arquitetônico francês, áreas verdes, grandes avenidas, bares e restaurantes de bom gosto. O hotel Hub Porteño abre as portas no final de abril para ser um oásis na agitada Buenos Aires, com um serviço igual ao dos melhores hotéis mas imprimindo uma atmosfera menos formal, mais acolhedora.
E a outra diferença do Hub é que ele oferecerá um serviço de concierge à la carte, com propostas de cursos de arte, passeios e gastronomia, entre outros. Para isso, foram escolhidos profissionais do mais alto nível para cuidar da toda a programação dos hóspedes na cidade, de acordo com suas preferências. Cultura (literatura, arquitetura, história da cidade); arte (museus, galerias, workhops com artistas); entretenimento (restaurantes, bares e cafés, shopping, shows, jogos de futebol) estarão no menu proposto pelo hotel, assim como indicações para quem quer ver e dançar tango, jogar polo, tênis, golfe ou visitar estâncias no interior para vivenciar os pampas.
O hotel propõe uma experiência integral, com muitas das atividades explicadas ou guiadas por professores universitários. Elas podem, por exemplo, incluir a trajetória do escritor Jorge Luis Borges, com toda a aura dos cafés portenhos frequentados por ele ou, para os curiosos de um período ao mesmo tempo crítico e encantador para os argentinos, a vida de Juan e Evita Perón. E um acordo com o grupo Liberalarts, formado por especialistas em arte moderna, permitirá uma espécie de imersão na arte moderna local.
O hotel terá 8 suítes de 55 m², duas suítes com 75 m² e a principal, com 100 m² e terraço. Uma parte do hotel já pode ser desfrutada com o belíssimo restaurante Tarquino, sob a chefia de Dante Liporace, que já está aberto ao público praticando o que o jornal La Nacion chamou denueva cocina argentina, com técnicas de vanguarda sem cair nos artifícios moleculares. O bar tem uma carta de vinhos dedicada a 120 grandes rótulos argentinos e internacionais.
Outra inovação do hotel: as diárias (abaixo) incluem um veículo Volkswagen Vento com motorista, refeições nos mais conceituados restaurantes de Buenos Aires (bebidas à parte), as atividades da agenda do dia e seus custos.

Diárias suíte para casal: 2.000 pesos (R$ 836)
Grande suíte: 2.300 pesos (R$ 962)
Main suíte: 3.000 pesos (R$ 1.254) 

Informações: Mauro Marcelo para o IG 

domingo, 18 de março de 2012

Um cozinheiro meio maluco e uma comida absurdamente saborosa

O salão do Au Pied de Cochon: reservas são inevitáveis 

Foto: Divulgação e Mauro Marcelo
Picard e seu pé de porco recheado com foie gras: objeto de desejo
Um cozinheiro meio maluco, um bistrô barulhento, pratos imensamente calóricos e apresentados sem nenhuma firula, feios mesmo. No entanto, a busca por um lugar como esse pode justificar excessos na mesma medida, como pegar um avião em Nova York ou dirigir 600 km só para ir jantar no Au Pied de Cochon, em Montreal. A comida é absurdamente saborosa.
Quem diz que “não hesito em pegar um vôo de Nova York só para comer lá” é Anthony Bourdain, o chef celebridade da televisão. E quem dirigiu de Toronto a Montreal em um sábado, jantou e voltou no dia seguinte de manhã, fui eu. Não podia perder a oportunidade. 

O chef biruta e criador do restaurante é Martin Picard, que transforma o porco, o pato e outros bichos em algo que, a princípio, não parece razoável. Ele mistura pé de porco com foie gras, sua outra paixão culinária, e também não hesita em colocar uma camada de queijo cheddar junto ao fígado da ave. Serve cabeça inteira de leitão, oferece língua de bisão, o boudin noir (chouriço) também com foie gras e tudo parece duvidoso e arriscado. 

Mas... a primeira garfada provoca o encantamento. Clientes se olham surpresos, o sorriso exultante é inevitável e a mistura canadense de idiomas ecoa entre o Ohmy God e o Mon Dieu! É o sabor em seu estado mais direto e excitante, quase bruto, mas inexcedível.
São várias opções em que o cochon baila com o foie gras ou aparecem em exibição solo, mas o astro principal – e pelo qual viajei os 1.200 km de um dia para o outro – é o pé de porco recheado com o fígado da ave. Dê uma olhada na foto desse prato: nele não há qualquer preocupação dos cozinheiros, todos jovens com jeans, camiseta e bandana, em limpar os respingos nas laterais. Esqueça aquela simetria e virtuosismo na apresentação dos pratos nos restaurantes franceses finos. No Au Pied de Cochon de Martin Picard o que vale é a expressão corajosa do gosto.
Vale muito pegar um avião em Nova York, São Paulo ou onde for para ir lá. A reserva é praticamente obrigatória, só funciona no jantar de terça a sábado e vive cheio. Os preços dos pratos vão de 20 a 50 dólares canadenses, com cotação praticamente igual à moeda americana.
Mesmo se arrastando até o hotel depois do jantar, verá que, ao distinguir aqueles sabores verdadeiros, jamais se sentirá um glutão. E, sim, um afortunado apreciador do que é simplesmente bom.
Au Pied de Cochon - 536, Avenue Duluth Est, Montréal, Canadá, tel. (514) 281-1114 

Informações: IG - Mauro Marcelo para o IG

Versão à prova d'água do livro Polo Sul, da editora Assouline, terá apenas 150 exemplares e prefácio do príncipe Albert de Mônaco


Quem tem espírito aventureiro não vai resistir. A editora Assouline, ás em publicar assuntos como moda, turismo e luxo moderno, em parceria com a casa de leilões Sotheby’s lança hoje seu primeiro livro à prova d’água com um tema bem propício: “South Pole: The British Antartic Expedition 1910-1913”.
A publicação premium de 136 páginas, com 60 centímetros de altura e 100 ilustrações primorosas, terá edição numerada e limitada a 150 exemplares, que serão vendidos a US$ 3 mil (R$ 5.400). 


Com tratamento especial, o livro foi fechado com  cola obtida a partir de garrafas de champanhe, a capa é feita com uma resina especial e a tinta e o papel das páginas foram testados durante oito meses – chegaram a ficar submersos por dias para comprovar o caráter à prova d’água. 
Como se ainda não bastasse, a obra, vendida pelo site da editora a partir de 15 de março, tem prefácio assinado pelo príncipe Albert, de Mônaco, e pela princesa Anne, da Grã-Bretanha. 


As imagens foram resgatadas do diário do capitão Robert Falcon Scott, líder da expedição Terra Nova, que foi surpreendida pela equipe norueguesa e chegou atrasada na conquista do Polo Sul. Na volta para casa, o grupo sofreu um acidente fatal, mas ainda assim faz parte de um dos marcos mais importantes da História Britânica. 
Mesmo trágica, a expedição Terra Nova rendeu importantes frutos em programas científicos e a exploração de outras terras antes de chegada ao Extremo Sul . Os registros de Scott foram encontrados oito meses depois, em 1913, garantindo o prosseguimento dos estudos e a recuperação das fotografias, que resultaram registros surpreendentes e emocionantes como esse. 

Informações: IG -Paola Deodoro, especial para o iG

Hotel em Londres oferece banho com 120 garrafas champanhe

Fachada do hotel Cadogan, em Londres 


Um dos mais charmosos hotéis na região de Knightsbridge, em Londres, o Cadogan, está chamando a atenção do público não apenas por sua estrutura impecável ou staff cinco estrelas, mas por um serviço pra lá de extravagante: o banho de champanhe.  
O ritual começa com a escolha da bebida que irá dentro da banheira e o preço do deleite pode variar de acordo com a marca e idade da safra. É possível optar por um banho mais em conta, com a champanhe Louis de Custine Brut, que sai por 4 mil libras (R$ 11 mil). Porém, para paladares (e peles) mais refinados o hotel também oferece Perrier Jouët Grand Brut, Perrier Jouët “Blason” Rosé e Dom Pérignon Vintage 2000, que custam 6 mil libras, 8 mil libras e 25 mil libras. Algo como R$ 17 mil, R$ 22 mil e R$ 71 mil, respectivamente. 

Ao todo são usadas 120 garrafas de champanhe (84 litros) para encher a banheira. Mas não pense que a nobre bebida fica apenas na banheira. Todos os banhos são acompanhados por chocolates, morangos e uma garrafa de Dom Perignon Vintage.
Criado em fevereiro para comemorar o Dia nos Namorados no hemisfério norte, o exótico banho de imersão fez tanto sucesso que acabou entrando de vez no menu do hotel. 
Disponível tanto para os hóspedes que passam uma temporada no cinco estrelas, como para visitantes de apenas uma tarde. As diárias no Cadogan Hotel custam a partir de 155 libras (R$ 440).  


75 Sloane Street 
Knightsbridge, London - Tel: 020-7235-7141 

Informações: IG - Alline Cury, especial para o iG

segunda-feira, 12 de março de 2012

Roteiros



- E que uma palavra ou um gesto, seu ou meu, seria suficiente para modificar nossos roteiros.
Daqui: http://sorrisoepoesia.blogspot.com/

domingo, 11 de março de 2012

Banheiros estranhos pelo mundo

  Isso é que é um mictório em alto estilo! Dá até pena de usar (sujar) umas lindezas que nem essas.
 Isso é o que eu chamo de uma bela experiência na hora de ir ao banheiro. É na China House, em TianJing, onde todas as paredes são cobertas por mosaicos de azulejos, no mesmo estilo da Casa Gaudí em Barcelona.
 Bruxelas, na Bélgica.
 Já esse parece saído dos cenários de A Noviça Rebelde. É um pissoir em Kreuzberg,Berlim. Taí uma forma elegante de aliviar suas necessidades enquanto passear pela capital alemã
 Modesto? Precário? Tosco? Pode até ser, mas é um alívio para os montanhistas e desbravadores que passam pela Loetschenpass Hutte na Suiça.
 Parece uma imagem de Guerra nas Estrelas, mas é o Deserto do Sahara, onde encontrar um banheiro desses não é tarefa das mais fáceis.
 Será o banheiro da Chapeuzinho Vermelho? Fica em Kyoto, no Japão, e parece mesmo saído de um conto de fadas.
 Banheiros flutuantes e navegáveis são comuns em Halong Bay, no Vietnã. Ideal para os pescadores que não precisam achar lugar para “estacionar” o barco quando se sentirem apertados.
 Hummm… vamos nos abster dos comentários. Mas anota aí: Brighton, na Inglaterra
Hummm… vamos nos abster dos comentários. Mas anota aí: é no clube B52 em Bucareste, Romênia.
Informações: http://blog-pt.hostelbookers.com

20 cafés da manhã pelo mundo


1. Café da manhã na Inglaterra - o Full English breakfast precisa ter feijão, salsichas, bacon, ovos, cogumelos, hash browns (uns bolinhos de batata fritos) e torradas. Claro que precisa estar devidamente acompanhado de uma xícara de chá (com leite!). Há quem adicione ainda a black pudding (murcilha/morcela). Varia conforme o estômago.
2. Café da manhã no Irã – geralmente tem algum tipo de pão (indiano) com manteiga e geleia. Quando um café mais leve não for o suficiente, os iranianos comem também o halim – uma mistura de trigo, canela, manteiga e açúcar, cozida com carne desfiada em panelões enormes, e que come-se quente ou frio. Alternativa? A versão iraniana do omelete.
3. Café da manhã em Cuba - normalmente consiste em em café adoçado com leite e uma pitada de sal dentro! O pão típico cubano é tostado e com manteiga, e cortado em pedaços de tamanho ideal para molhar no café. Delícia.
4. Café da manhã na Polônia – conhecido localmente como Jajecznica, o tradicional desjejum polonês consiste em ovos mexidos cobertos com fatias de kielbasa caseira (tipo de salsicha) acompanhado de duas panquecas de batata.
5. Café da manhã da Espanha - Pan a la Catalana ou Pan con Tomate, é o que há de simples e delicioso para comer pela manhã na Espanha. Basta abrir os tomates (bem maduros) e espalhar bem o sumo no pão, misturado com um pouquinho de alho. Por cima, adicione sal e azeite de oliva. Perfecto! Para dar uma incrementada, cubra com queijo, presunto ou salsichas.
6. Café da manhã no Marrocos - tradicionalmente composto de tipos diferentes de pães –  não é à toa que o marroquino é o povo que mais come pão no mundo, mais de 100kg por ano! – com chutney, geleia, queijo ou manteiga. Destaque para um tipo de panqueca de sêmula (semolina) chamada Baghir, de comer rezando.

7. O café da manhã super saudável do Havaí - já era de imaginar que frutas eram o principal no cardápio havaiano. Laranjas, uvas, morangos, maçãs e por aí vai… Na foto aí tem o bagel também, mas esse é só para aqueles que vão gastar algumas horas em cima da prancha de surfe depois…
8. Café da manhã na Suécia – costuma incluir a panqueca sueca, conhecida comoPannkakor. É bem fina, feita a partir de massa líquida e frita dos dois lados – quase como um crepe. Geralmente servida com um recheio doce e de frutas. Hummmm…
9. Pequeno-almoço em Portugal – a simples e irrestível combinação típica da meia de leite com torrada (copo de café com leite mais o pão de forma torrado com manteiga) pode também dar espaço (dependendo da região e da fome de quem come) para um croissant recheado ou até o infalível pastel de nata
10. Café da manhã na Austrália – pode faltar qualquer coisa na refeição australiana, menos uma: Vegemite. Dificil de descrever o que é ou qual seu sabor, mas é “o” produto típico do país. Uma espécie de geleia escura, com com gosto (bem) salgado e meio amargo, é o que se usa para espalhar na torrada que acompanha o café. Da série “ame ou odeie”.
11. Café da manhã no Brasil - basicamente, come-se o quanto pode: queijos, frios, geleias, sucos, frutas e, claro, pães e bolos de todos os tipos. Fora o café bem forte. Ou seja, uma mesa de café-da-manhã bem servida e o seu estômago estará garantido por boa parte do dia.
12. Café da manhã na Itália - eu uma nação conhecida por sua fartura gastronômica, vale de tudo. Sim, por que não uma pizza cheia de queijo pela manhã? Ou uma massa ao pesto? Ok, o mais comum mesmo de se ver logo cedo  é o cappuccino e cornetto ou, croissant à italiana.
13. O café da manhã do País de Gales - outra iguaria simples mas deliciosa, o Welsh rarebit é basicamente torrada coberta om queijo derretido e manteiga. O colesterol pode reclamar um pouquinho, mas que dá água na boca, dá.
14. Café da manhã na Dinamarca - tal qual no Brasil, a variedade de gostosuras no café dinamarquês impressiona: pão de centeio, queijos, salame, presunto, patê, mel, geleia e, de vez em quando, até chocolates. Surpreendentemente (para muitos), bacon não é tão popular por lá não!

15. Café da manhã no Alasca - carne de rena + ovos na panqueca é o menu típico do café do Alasca. Será que nem no Natal as renas são poupadas?
16. Café da manhã na Alemanha - queijos, pães frescos e as infalíveis würste (as salsichas locais) são o desjejum básico dos alemães. Tudo acompanhado de um bom e puro café, claro.
17. Café da manhã nos Estados Unidos - gordas panquecas feitas em casa com bastante xarope (syrup) e mirtilos (blueberries), mais um punhado de fatias de bacon bem tostadas. Este é o desjejum típico americano. Bom, para evitar uma operação cardiaca em breve, há também a opção de uma generosa tigela de muesli (o cereal matinal) e era isso. Qual vai ser?
18. Café da manhã na França - ah, le croissant, le croissant… como não amá-los? Puros, com manteiga ou devidamente recheados com chocolate, creme, passas, amêndoas e por aí vai. Seja qual for o sabor, e acompanhados por um cafezinho no ponto, seu dia já começa bem em qualquer parte da França.
19. Café da manhã no Japão - como assim você nunca comeu tofu no café-da-manhã? Bom… no Japão é mais que popular, devidamente acompanhado de peixe e arroz. Mergulhe num molho de soja e você tem am refeição, digamos, quase suadável.
20. Café da manhã na China - muito parecido com qualquer almoço e jantar na China, é verdade. Afinal, é normal acordar e comer noodles (massa talharim), arroz,  frango frito e vegetais.