
“Procure o Psirico. Acompanhe o
Psirico o maior tempo que puder,
para ver Márcio Vítor fazer sua
performance de surpresas - e aderir ao
modo como a multidão o acompanha.”
Caetano Veloso


Ciência e religião unidas em uma imagem criada pelo grande Michelangelo em sua obra mestre, os afrescos da Capela Sistina. Um detalhe que demonstra todas a genialidade e capacidade criativa e artística do pintor- escultor.
Em 1990, o doutor Frank Lynn Meshberger publicou um artigo (Ver arquivo pdf) no Diário da Associação Médica Norte-americana explicando que as figuras e sombras situadas por detrás de Deus, é uma imagem anatomicamente precisa do cérebro humano, incluindo o lóbulo frontal, o quiasma óptico, o tronco do encéfalo, glândula pituitária e o cerebelo.
Deus esta superposto sobre o sistema límbico, o centro emocional do cérebro. Seu braço direito estende-se desde lóbulo frontal, a região mais criativa e mais exclusivamente humana do cérebro. Sob o braço estendido do criador, aparece curiosamente um anjo entristecido, em uma área do cérebro que aparece ativada em uma tomografia TEP, quando alguém experimenta um pensamento triste.
Esta cena é a famosíssima criação de Adão que já esta vivo e Deus lhe infunde a faísca de vida sem se tocarem, ligados como uma sinapse neuronal.
Fonte:Conteúdo e imagem http://www.mdig.com.br/


Algumas curiosidades sobre a "maior festa popular do planeta", como atesta o Guinness Book. A Prefeitura do Salvador montou uma megaoperação, a fim de que a festa popular brilhe do início ao fim e proporcione conforto, segurança e tranquilidade ao folião. Secom

A primeira vista do White Desert pode assustar os mais exigentes. Os cômodos são barracas que lembram acampamentos de exploradores e aventureiros. Mas, por dentro, todas são devidamente aquecidas e bem espaçosas. Existem cinco quartos com capacidade cada um para duas pessoas, uma barraca com sala de jantar, biblioteca, cozinha e área de comunicação. O banho (com água quente, claro) é garantido por um banheiro coletivo.
Longe de ser igual à dos pinguins, a comida merece um destaque. Uma chef trazida especialmente de Cape Town prepara diariamente três refeições e um lanche da mais alta qualidade. No cardápio, frutos do mar frescos, carnes grelhadas e o típico café da manhã inglês, com bacon, salsicha, ovo, tomate quente, cogumelos fritos e torradas.
São poucos passageiros, e os guias indicam programas pensados para agradar a todos. Os que buscam apenas relaxar podem fazer um piquenique com vistas para os lagos, com uma boa taça de champanhe, ou visitar bases de pesquisa científicas. Para os mais aventureiros, há caminhadas por trilhas para lugares como cavernas de gelo, escaladas nas montanhas das redondezas e cursos de técnicas de exploração polar. Também é possível dormir num iglu, casa construída com blocos de neve compactada, à maneira dos inuits, os habitantes do Ártico. E basta deixar a imaginação solta, que a organização resolve. Alguns já fizeram atividades como andar de balão e até mesmo nadar nas geladas águas do continente de gelo.
Ponto alto da viagem é a visita à colônia dos pinguins imperadores. Os filhotes nascem em novembro e, por isso, é o período mais cheio. Com a chegada da primavera, as mães voltam do mar e chocam os ovos substituindo os pais que, no duro inverno, passaram por grandes adversidades climáticas para mantê-los vivos. Milhares de pinguins oferecem uma paisagem única.
A viagem é para poucos. O preço de tanta mordomia em meio inóspito é de 32 mil euros, aproximadamente R$ 80 mil. Quem quiser, antes de embarcar, pode aproveitar o fato de estar na África e fazer um safari, com direito a leões e outros bichos, no luxuoso hotel Mantis, próximo à Cidade do Cabo. É de graça para os clientes do White Desert. Mais informações e reservas no 44 (0) 7740 423571 ou por e-mail: patrick@white-desert.com.
Fonte: Terra
Hoje quero escrever sobre um dos símbolos da Bahia. Ela é assim, festeira, é alegria, aquela contagiante. A Bahia não seria a mesma sem ela. Veio de Sergipe. Mas, o coração pulsa baianidade. Exala essência da Bahia. A verdadeira “baianidade nagô”.
Ela amplifica a Bahia, através da culinária, da religiosidade, da musicalidade, tudo isso gira em torno dela, naturalmente. Faz parte da sua identidade.
Com certeza você leitor já ouviu falar do Camarote de Daniela Mercury no carnaval de Salvador, do Reveillon da Marina, de almoços, jantares e feijoadas Vips.
Essa imagem da Bahia que vem se reforçando em exuberância e cordialidade tem a assinatura dela: Licia Fábio.
A detentora absoluta do saber receber. Nas minhas andanças por aí, sempre encontro alguém que a conheça e sempre tecem elogios. É comum.
A sua simpatia extrapola as fronteiras da Bahia. Agrada a gregos e a troianos.
Achei isso a cara dela:
"Não importa se a estação do ano muda…
Se o século vira, se o milênio é outro.
Se a idade aumenta…
Conserva a vontade de viver,
Não se chega a parte alguma sem ela.”
Fernando Pessoa
Vontade viver!! É isso! É ela.
Ela reina o ano inteiro, mas especialmente no carnaval, a Bahia e quem está lá se rende a ela. Vou acompanhar daqui de Fortaleza, e como sempre com muita satisfação de ver a “bainidade nagô” de Lícia Fábio!


Meu querido amigo o Jornalista Tony Pacheco escreveu no blog dele: http://osinimigosdorei.blogspot.com/ Eu quero a ponte- Salvador/Itaparica, é muito saudável esse debate agora. Tenho meus receios e são muitos. Não sou como Tony, com todo respeito que tenho as opiniões dele, ainda é preciso muita coisa ser analisada.
Vejam o que acontece com um dos icones do turismo no mundo:
“Moradores de Veneza realizam neste sábado uma manifestação na qual farão o "enterro" da cidade, com o objetivo de alertar para o declínio demográfico que, segundo os moradores, é causado pelo turismo em massa e a falta de moradia e trabalho na cidade.
Nos últimos anos, 40% do artesanato de qualidade desapareceu por causa do impacto desta modalidade de turismo. E muitos lojistas vendem produtos chamados"venezianos", porém feitos na China.
O custo de vida nas alturas leva muitos moradores a trocarem de cidade ou a transformarem os próprios imóveis em pensões para acolher os viajantes de passagem.
Antigas lojinhas locais tradicionais dão lugar a vitrines de grifes globalizadas de luxo e a sofisticadas galerias de arte. Na vizinha ilha de Murano, famosa pela produção de artigos em vidro, as fundições fecham as portas em nome da especulação imobiliária.
O assessor do Turismo da Prefeitura de Veneza, Augusto Salvadori, reconhece o problema."Modernizar Veneza é uma tarefa muito difícil. Temos que respeitar o contexto arquitetônico, histórico e artístico. Temos que investir em Veneza mas as leis de urbanismo não são suficientes. Queremos que muitos venezianos voltem a morar aqui e vemos uma grande vontade do investidor privado em ajudar neste relançamento", disse ele à BBC Brasil.”
A ponte depois de pronta precisa oferecer uma sintonia entre os moradores e a nova realidade. É preciso um trabalho de sensiblização e capacitação anterior. Muito anterior. A ponte irá trazer aproximação dos lugares, porém é necessário que os moradores não sejam afastados do seu lugar, que não se transforme no “não lugar”, com espaços padronizados através da especulação imobiliária.
Que os moradores sejam informados e participem das intervenções que irão acontecer e que serão muitas.
Caso contrário será mais uma ilusão que só beneficiará aos grandes empresários que por sua vez trarão mão-de-obra de fora. E que a ilha não siga o mesmo caminho de Veneza.
É preciso muita gente do bem num projeto desses, que não seja apenas eleitoreiro. As consequências podem ser irreversíveis.