terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Dica de Caetano para o Carnaval de Salvador


“Procure o Psirico. Acompanhe o
Psirico o maior tempo que puder,
para ver Márcio Vítor fazer sua
performance de surpresas - e aderir ao
modo como a multidão o acompanha.”
Caetano Veloso

Divulgação do Brasil

Não tem Copa, não tem nem Olimpíadas,quem mais propaga o País é:Jesus Luz.As lentes do mundo inteiro se voltam pra cá quando Madonna chega!

Última Ceia


De antemão aviso que esta história tem detratores e defensores de sua veracidade, possivelmente os primeiros estejam com a razão. Mas mesmo assim resolvi publicá-la por resultar muito pitoresca e até certo ponto edificante. Segundo diversas fontes sobre o assunto, tanto a forma que Leonardo encontrou o modelo, como o final da história é bastante diverso. Leiam, vocês vão gostar.
Leonardo Da Vinci levou sete anos para completar sua famosa obra entitulada "A Último Ceia". As figuras que representam os 12 apóstolos e Jesus foram tomadas de pessoas reais e a pessoa que seria o modelo para ser Cristo foi a primeira em ser selecionada.

Quando souberam que Da Vinci pintaria esta obra, centenas de jovens se apresentaram ante o artista para serem selecionados. Ele buscava um rosto que mostrasse uma personalidade inocente, pacífica e ao mesmo tempo bela. Buscava um rosto livre das cicatrizes e os duros traços deixados pela vida intranqüila do pecado. Finalmente, após alguns meses de busca selecionou um jovem de 19 anos de idade como seu modelo para pintar a imagem de Jesus. Por 6 meses Leonardo trabalhou para pintar somente o personagem principal da magnânima obra.

Durante os 6 anos seguintes, Da Vinci continuou sua obra buscando às pessoas que representariam os 11 apóstolos; deixando para o final àquele que representaria Judas, o apóstolo "entregão" que traiu Cristo por 30 moedas de prata. Por semanas ele procurou um homem com uma expressão dura e fria. Um rosto marcado por cicatrizes de avareza, decepção, traição, hipocrisia e crime. Um rosto que pudesse identificar uma pessoa que sem dúvida alguma trairia seu melhor amigo. Após muitas frustradas tentativas na busca deste modelo chegou aos ouvidos de Leonardo que existia um homem com estas características no calabouço de Roma.

Este homem estava sentenciado a morte por ter levado uma vida de roubo e assassinatos. Leonardo viajou a Roma assim que soube isto e pediu para ver aquele homem sob a luz do sol. Ele se deparou com um homem sem vida, todo maltratado com os cabelos longo caindo sobre seu rosto e escondendo dois olhos cheios de rancor, ódio e ruína. Enfim Leonardo encontrara a face para modelar Judas em sua obra.

Por meio de uma permissão do rei, este prisioneiro foi transladado ao estúdio do artista em Milão e por vários meses o homem sentou-se silenciosamente em frente a Da Vinci enquanto ele continuava dando vida ao personagem na obra de arte.

Quando Leonardo deu a última pincelada de seu quadro, voltou-se aos guardas do prisioneiro e solicitou que levassem-no dali. Mas quando saíam do recinto o prisioneiro soltou-se e correu para Leonardo gritando:

- "Da Vinci! Olha para mim! Não reconheces quem sou?" Leonardo Dá Vinci estudou-o cuidadosamente e respondeu:

- "Nunca te vi em toda minha vida, até aquela tarde no calabouço de Roma." O prisioneiro levantou seus olhos ao céu, caiu de joelhos ao solo e gritou desesperadamente:

- "Será que caí tão baixo assim!", depois voltou novamente seu rosto ao artista e disse:

- "Leonardo! Olhe-me novamente, pois, eu sou aquele jovem cujo rosto escolheste para representar a Cristo há sete anos..."
A primeira vez que ouvi esta história foi numa aula de catecismo quando Dona Cidinha, a professorinha do primário, tinha a clara intenção de induzir-nos ao caminho do bem. Não há comprovação histórica e é uma das muitas lendas que envolvem o nome do genial Leonardo Da Vinci.

Alguns historiadores afirmam que a obra foi concluída em três anos, enquanto outros ressaltam que demorou quatro anos para ser concluída. Mas todos concordam que ela sofreu vários retoques, dados pelo próprio Leonardo da Vinci, ao longo dos 20 anos seguintes.

Fonte: Conteúdo e Imagem http://www.mdig.com.br

É o bem e o mal dentro de todos nós!!

Michelangelo


Ciência e religião unidas em uma imagem criada pelo grande Michelangelo em sua obra mestre, os afrescos da Capela Sistina. Um detalhe que demonstra todas a genialidade e capacidade criativa e artística do pintor- escultor.

Em 1990, o doutor Frank Lynn Meshberger publicou um artigo (Ver arquivo pdf) no Diário da Associação Médica Norte-americana explicando que as figuras e sombras situadas por detrás de Deus, é uma imagem anatomicamente precisa do cérebro humano, incluindo o lóbulo frontal, o quiasma óptico, o tronco do encéfalo, glândula pituitária e o cerebelo.

Deus esta superposto sobre o sistema límbico, o centro emocional do cérebro. Seu braço direito estende-se desde lóbulo frontal, a região mais criativa e mais exclusivamente humana do cérebro. Sob o braço estendido do criador, aparece curiosamente um anjo entristecido, em uma área do cérebro que aparece ativada em uma tomografia TEP, quando alguém experimenta um pensamento triste.

Esta cena é a famosíssima criação de Adão que já esta vivo e Deus lhe infunde a faísca de vida sem se tocarem, ligados como uma sinapse neuronal.

Fonte:Conteúdo e imagem http://www.mdig.com.br/

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Curiosidades sobre o Carnaval de Salvador


Algumas curiosidades sobre a "maior festa popular do planeta", como atesta o Guinness Book. A Prefeitura do Salvador montou uma megaoperação, a fim de que a festa popular brilhe do início ao fim e proporcione conforto, segurança e tranquilidade ao folião. Secom
217 ENTIDADES CADASTRADAS (11 CATEGORIAS)
25 afoxés
63 afros
18 alternativos
23 de samba
32 blocos de trio
3 especiais
3 de índios
6 infantis
22 de percussão
10 de sopro e percussão
12 de travestidos
RECEPTIVO AO TURISTA
A idéia é orientar e passar informações precisas aos visitantes, tanto nos três circuitos da folia,
como também no Aeroporto, Rodoviária e no Porto de Salvador.
GPS NOS TRIOS
Este ano todos os trios terão que instalar o equipamento. O GPS vai facilitar a vida dos foliões
que poderão localizar pela internet o local exato onde o bloco está naquele momento.
GERAÇÃO DE EMPREGOS
220 mil empregos temporários gerados desde a montagem das estruturas da festa até cordeiros
e vendedores ambulantes.
LIMPEZA EFETIVO
2.400 pessoas
VEÍCULOS E EQUIPAMENTOS
55 caminhões compactadores
48 caminhões-pipa
23 carros de sucção
5 espargidores (lavagem de passarela)
17 caminhões de carroceria
32 ônibus
1 roll on roll off
1 caçamba
40 veículos de apoio
5 munck
TOTAL: 227
1.350 SANITÁRIOS QUÍMICOS
450 masculinos
900 femininos
CONSUMO ESTIMADO DE PRODUTOS PARA LIMPEZA
Água 6,6 mil metros cúbicos de água
Detergente 11,0 mil litros
Aromatizantes 12,0 mil litros
Sacos Plásticos 5,0 mil unidades
Papel Higiênico 1,9 mil fardos

Fonte: http://www.salvador.ba.gov.br/images//cartilhadocarnaval.pdf

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Via Twitter

@BismarckMaia Ida e volta no pedágio da Barra do Ceará:olho prá todos os lados e continua o sentimento de que todos pagamos o que não devemos.

Bismarck Maia é Secretario de Turismo do Estado do Ceará.

**ele está certíssimo!!

Café Le Procope








O Café foi recebido com grande satisfação na França. Chegando as cafeterias a concorrerem com os cabarés. E assim para chamar atenção dos clientes que estavam preferindo as cafeterias, os donos dos cabarés incentivaram o surgimento do can-can, onde as dançarinas passaram a dançar sem as anáguas, com o intuito de atrair clientela.
Tudo isso sob o reinado de Luis XIV, na segunda metade do século 17. Uma época que foi marcada pela efervescência cultural.
O café conquistou o Rei Luis XIV, a ponto dele mesmo prepará-lo para seus convidados, assim logo virou moda e logo depois hábito.
Foi nesse contexto que o italiano, Francesco Procopio dei Coltelli, inaugurou o Café Procope, se tornando mais famoso e mais bem freqüentado da época.
Era um lugar luxuoso. Logo o café se tornou o ponto de encontro dos intelectuais e artistas. O efeito da bebida causava sensações como a concentração e a falta de sono e assim incentivavam a criações.
O Café Procope foi inaugurado numa antiga casa de banhos turca, os espelhos, tapetes, mármores, cristais, tinham destaque e esbanjava sofisticação, as bandejas eram de prata e os criados usavam luvas e perucas. Um requinte!
Francesco Procopio era um alquimista na cozinha. Siciliano, portanto, veio de um lugar onde a gastronomia se mistura com a própria história, onde os sabores dos alimentos são destacados, e tem peculiaridades especiais. E ele revelou isso no dia a dia. Era conhecido pelas misturas das ervas e especiarias em licores, e ficou perito no café e no sorvete, sendo esse último uma receita do seu avô que ele aperfeiçoou, substituindo o mel pelo açúcar.
Era freqüentado por Balzac, Victor Hugo, Verlaine, George Sand, Anatole France, La Fontaine, Molière, Racine, Piron, Destouches, d'Alembert, Voltaire, Rousseau e Diderot.
Benjamin Franklin redigiu ali a declaração de independência dos Estados Unidos.
Durante a Revolução Francesa, os frequentadores eram Robespierre, Danton, Hébert, Marat e Desmoulins.
E ainda tem a fantástica história que, Napoleão Bonaparte, muitas vezes deixou seu chapéu no Procope, como garantia da conta. Tem um lá exposto, decorando a casa, e supondo que pelo menos uma das vezes ele não resgatou a conta.
Assim ao longo de aproximadamente 200 anos, o Café Le Procope figurou com um local de grande prestígio e luxo, sendo que, em 1874, o estabelecimento não conseguiu enfrentar à concorrência e foi à falência. Mas em 1987, foi adquirido pelo grupo Les Frères Blanc, dos renomados restaurateurs Pierre e Jacques Blanc. O Le Procope foi todo restaurado e hoje mantêm o mesmo estilo de sofisticação da época, e continua com uma freqüência de intelectuais, políticos, artistas e turistas do mundo inteiro.

Frase do Dia

Mas "a dúvida é o preço da pureza"
É inútil ter certeza.
Engenheiros do Hawaii

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Turismo no gelo


Aventura e muita vontade de viver o diferente são características necessárias para realizar uma viagem ao White Desert. Para isso o turista tem que desembolsar R$80 mil num período de 2 semanas.
O início da viagem se dá na Cidade do Cabo, África do Sul, num avião fretado, geralmente no mês de novembro.

A primeira vista do White Desert pode assustar os mais exigentes. Os cômodos são barracas que lembram acampamentos de exploradores e aventureiros. Mas, por dentro, todas são devidamente aquecidas e bem espaçosas. Existem cinco quartos com capacidade cada um para duas pessoas, uma barraca com sala de jantar, biblioteca, cozinha e área de comunicação. O banho (com água quente, claro) é garantido por um banheiro coletivo.

Longe de ser igual à dos pinguins, a comida merece um destaque. Uma chef trazida especialmente de Cape Town prepara diariamente três refeições e um lanche da mais alta qualidade. No cardápio, frutos do mar frescos, carnes grelhadas e o típico café da manhã inglês, com bacon, salsicha, ovo, tomate quente, cogumelos fritos e torradas.

São poucos passageiros, e os guias indicam programas pensados para agradar a todos. Os que buscam apenas relaxar podem fazer um piquenique com vistas para os lagos, com uma boa taça de champanhe, ou visitar bases de pesquisa científicas. Para os mais aventureiros, há caminhadas por trilhas para lugares como cavernas de gelo, escaladas nas montanhas das redondezas e cursos de técnicas de exploração polar. Também é possível dormir num iglu, casa construída com blocos de neve compactada, à maneira dos inuits, os habitantes do Ártico. E basta deixar a imaginação solta, que a organização resolve. Alguns já fizeram atividades como andar de balão e até mesmo nadar nas geladas águas do continente de gelo.

Ponto alto da viagem é a visita à colônia dos pinguins imperadores. Os filhotes nascem em novembro e, por isso, é o período mais cheio. Com a chegada da primavera, as mães voltam do mar e chocam os ovos substituindo os pais que, no duro inverno, passaram por grandes adversidades climáticas para mantê-los vivos. Milhares de pinguins oferecem uma paisagem única.

A viagem é para poucos. O preço de tanta mordomia em meio inóspito é de 32 mil euros, aproximadamente R$ 80 mil. Quem quiser, antes de embarcar, pode aproveitar o fato de estar na África e fazer um safari, com direito a leões e outros bichos, no luxuoso hotel Mantis, próximo à Cidade do Cabo. É de graça para os clientes do White Desert. Mais informações e reservas no 44 (0) 7740 423571 ou por e-mail: patrick@white-desert.com.

Fonte: Terra

"Baianidade Nagô"


Hoje quero escrever sobre um dos símbolos da Bahia. Ela é assim, festeira, é alegria, aquela contagiante. A Bahia não seria a mesma sem ela. Veio de Sergipe. Mas, o coração pulsa baianidade. Exala essência da Bahia. A verdadeira “baianidade nagô”.

Ela amplifica a Bahia, através da culinária, da religiosidade, da musicalidade, tudo isso gira em torno dela, naturalmente. Faz parte da sua identidade.

Com certeza você leitor já ouviu falar do Camarote de Daniela Mercury no carnaval de Salvador, do Reveillon da Marina, de almoços, jantares e feijoadas Vips.

Essa imagem da Bahia que vem se reforçando em exuberância e cordialidade tem a assinatura dela: Licia Fábio.

A detentora absoluta do saber receber. Nas minhas andanças por aí, sempre encontro alguém que a conheça e sempre tecem elogios. É comum.

A sua simpatia extrapola as fronteiras da Bahia. Agrada a gregos e a troianos.

Achei isso a cara dela:

"Não importa se a estação do ano muda…
Se o século vira, se o milênio é outro.
Se a idade aumenta…
Conserva a vontade de viver,
Não se chega a parte alguma sem ela.”

Fernando Pessoa

Vontade viver!! É isso! É ela.

Ela reina o ano inteiro, mas especialmente no carnaval, a Bahia e quem está lá se rende a ela. Vou acompanhar daqui de Fortaleza, e como sempre com muita satisfação de ver a “bainidade nagô” de Lícia Fábio!

Luxo!!


Como diz @hugogloss: a cara da riqueza!!! Gurdanapo do Camarote Expresso 2222 do nosso queridíssimo Gilberto Gil!
Luxo é isso quando os mínimos detalhes são os maiores!

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Afro Reggae: Preconceito no show da Beyoncé!!



Via Twitter denúncia do @JJAfroReggae!! Preconceito no show da Beyoncé!!

o afro lata foi conv pela wanessa camargo e pelo marcus buaiz pra tocar uma musica na abert do show dela - beyonce aq no rio.
surpreendentemente por preconceito e implicancia do diretor do palco disse q NÃO QUERIA NADA DO AFROREGGAE NO PALCO ! pode parecer estranho
ainda falou pro buaiz q era ele PESSOALMENTE q não queria + q era pra dizer q os gringos q vetaram. não teve hombridade de assumir.
conheço a empresa q esta produzindo o show e ja falei com um dos socios. tenho cert q a MONDO não vai compact com essa post preconceituosa.
olha q o Jay-Z falou q queria conhecer o trab do AfroReggae. Pena q ele nao veio. + a vida segue e o Afro Lata toca na vinda da taça da copa
ainda bem q não dependemos desse tipo de pessoa. + quem sabe um dia ele vai ser ganho "pra jesus".
é inacreditavel + essa postura não é da ARTISTA e nem da sua produção. é de pessoas do proprio brasil q não percebem q as coisas mudaram.
+ essa postura partiu do diretor de PALCO. o buaiz e a wanessa ficaram muito chateados
+ esses caras começam a perder seus "feudinhos" e por isso algumas marcas e pessoas incomodam
repito o problema não foi a produção DELA e sim DAQUI. não foi a MONDO + prestadores de serviço q se acham e pensam q pode fazer o q querem

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Pensamento do Dia

"O sucesso é um péssimo professor. Induz gente brilhante a pensar que é impossível perder. Além do mais é um guia precário do futuro." Bill Gates

Ponte Salvador/Itaparica







Meu querido amigo o Jornalista Tony Pacheco escreveu no blog dele: http://osinimigosdorei.blogspot.com/ Eu quero a ponte- Salvador/Itaparica, é muito saudável esse debate agora. Tenho meus receios e são muitos. Não sou como Tony, com todo respeito que tenho as opiniões dele, ainda é preciso muita coisa ser analisada.

Vejam o que acontece com um dos icones do turismo no mundo:

“Moradores de Veneza realizam neste sábado uma manifestação na qual farão o "enterro" da cidade, com o objetivo de alertar para o declínio demográfico que, segundo os moradores, é causado pelo turismo em massa e a falta de moradia e trabalho na cidade.

Nos últimos anos, 40% do artesanato de qualidade desapareceu por causa do impacto desta modalidade de turismo. E muitos lojistas vendem produtos chamados"venezianos", porém feitos na China.
O custo de vida nas alturas leva muitos moradores a trocarem de cidade ou a transformarem os próprios imóveis em pensões para acolher os viajantes de passagem.
Antigas lojinhas locais tradicionais dão lugar a vitrines de grifes globalizadas de luxo e a sofisticadas galerias de arte. Na vizinha ilha de Murano, famosa pela produção de artigos em vidro, as fundições fecham as portas em nome da especulação imobiliária.

O assessor do Turismo da Prefeitura de Veneza, Augusto Salvadori, reconhece o problema."Modernizar Veneza é uma tarefa muito difícil. Temos que respeitar o contexto arquitetônico, histórico e artístico. Temos que investir em Veneza mas as leis de urbanismo não são suficientes. Queremos que muitos venezianos voltem a morar aqui e vemos uma grande vontade do investidor privado em ajudar neste relançamento", disse ele à BBC Brasil.”

Voltando a ponte Salvador/Itaparica, seria indiscutível se tivéssemos a garantia que o crescimento econômico traria o desenvolvimento igualitário e totalitário, nos aspectos: social, ambiental e cultural e não apenas no econômico.

A ponte depois de pronta precisa oferecer uma sintonia entre os moradores e a nova realidade. É preciso um trabalho de sensiblização e capacitação anterior. Muito anterior. A ponte irá trazer aproximação dos lugares, porém é necessário que os moradores não sejam afastados do seu lugar, que não se transforme no “não lugar”, com espaços padronizados através da especulação imobiliária.

Que os moradores sejam informados e participem das intervenções que irão acontecer e que serão muitas.

Caso contrário será mais uma ilusão que só beneficiará aos grandes empresários que por sua vez trarão mão-de-obra de fora. E que a ilha não siga o mesmo caminho de Veneza.

É preciso muita gente do bem num projeto desses, que não seja apenas eleitoreiro. As consequências podem ser irreversíveis.