quinta-feira, 24 de março de 2011

Oito pontos turísticos que irão desaparecer por conta do aquecimento global



8 - Monte Kilimanjaro
O ponto mais alto do continente africano, que ficou famoso por sua neve eterna mesmo estando em plena savana africana, está com seus dias contados. Com apenas 20% da neve original, o Kilimanjaro já não tem mais a mesma altura e deve ficar sem neve na década de 2020. Para se ter uma ideia, os cumes Sul e Norte sofreram redução de 5,1 e 1,9 metros, respectivamente.

7 - Geleira Chacaltaya - Bolívia
Antigamente era um ponto de esqui importante do continente sul-americano. Hoje, a Geleira, onde o topo fica a mais de 6.200 metros de altura, vê apenas 2% da sua cobertura natural de neve ainda contornando o local. Muito provavelemente já em 2010 Chacaltaya fique sem neve, apenas rochas.


6 - Veneza - itália
Uma das cidades mais românticas do mundo está encarando a perspectiva da água tomar aos poucos conta de quase tudo. Desde 1900, Veneza já está 13 centímetros mais submersa e as inundações de lugares públicas como Piazza San Marco são mais constantes. Além disso, com a água entrando pelas casas, as paredes e tubulações das belas construções ficam danificadas.

5 - Napa Valley - Califónia
Uma das principais áreas de vinhos do mundo e de turismo do estado da Califórnia, a região de Napa Valley vê seu mais precioso bem ameaçado: a uva. O motivo é que as perfeitas condições atuais de temperatura e minerais estão comprometidas pelo constante aumento do calor. Há quem diga que a produção das frutas levará até 40 anos para ficar completamente perdida.

4 - Tuvalu
Tuvalu entra no conjunto dos países tropicais e paradisíacos do Pacífico, mas também no das nações mais propícias a sofrer os efeitos do aquecimento global. Alguns moradores de vilas já estão sendo obrigados a fugir para a Nova Zelândia em decorrência da elevação do nível dos oceanos. Segundo os mais pessimistas, a tendência é que em 50 anos o país esteja praticamente todo debaixo d’água.

3 - Ilhas Maldivas
A situação é tão crítica que já estão previstas até compras de novas terras que possam abrigar a nação-arquipélago. As Ilhas Maldivas, um santuário do turismo de praia, estão encolhendo e temem estar em poucos anos debaixo d’água. O ponto mais alto do país está a apenas 2,4 metros do mar e, por isso, existe a preocupação. Estima-se que a elevação de alguns poucos centímetros do oceano já podem ser suficientes para afundar alguma das cerca de 1.200 ilhas do arquipélago.



2 - Alpes
Um dos destinos mais chiques e procurados para a prática de esqui, os Alpes veem cada vez mais suas montanhas cobertas de terra ao invés de neve. Na França, a neve no Mont Blanc diminui quatro metros por ano e, nos morros austríacos os picos nevados estão mais curtos, as avalanches e quedas de encostas mais comuns. Para piorar, as precipitações tenderão a ser mais frequentes em forma de chuva e secas no verão estão previstas.

1 - Grande Barreira Corais austrália
A elevação da temperatura do oceano está causando sérios danos ao maior recife de corais do mundo. O aumento registrado vem fazendo com que os corais liberem suas algas simbióticas responsáveis pela coloração esverdeada e azulada da barreira. Com isso, ocorre o branqueamento das colônias e consequentemente a morte do principal habitat da biodiversidade marinha mundial.
Informações: Portal terra

Viajar

Imagem: google

"Costumo responder, normalmente, a quem me pergunta a razão das minhas viagens: que sei muito bem daquilo que fujo, e não aquilo que procuro." [Michel Montaigne]

quarta-feira, 23 de março de 2011

"A última vez que vi Paris" quando seus olhos cor de violeta me encantaram

Para a maioria, Cleopatra, é o filme que mais marcou a carreira de Elizabeth Taylor. Mas, quero aqui fazer uma homenagem com "A última vez que vi Paris"! Está ali a beleza, o amor - na cidade mais romântica do mundo!
Tudo isso emoldurado na beleza dela, Elizabeth Taylor. Nada que se escreva poderá traduzir a sua carreira memorável.
Só dizer que seus olhos violeta são imortais. Continuarão a encantar a todos, nas telas de qualquer lugar que eles apareçam!


Visita de Obama promove Cidade de Deus (RJ) para turismo exótico

A favela carioca Cidade de Deus, que até dois anos atrás era dominada pelo tráfico de drogas, recebeu neste domingo (20) a visita do presidente americano, Barack Obama, promovendo a comunidade no circuito de turismo exótico do Rio de Janeiro.

O amplo histórico de violência e narcotráfico deste bairro, que começou a ser povoado nos anos 1960, inspirou o filme "Cidade de Deus", gravado em 2002 pelo cineasta Fernando Meirelles e levado às telas de todo o mundo.

A obra de Meirelles mostrou a favela ao mundo, mas os moradores esperam que a visita de Obama, que lá assistiu a uma apresentação cultural neste domingo (20), sirva para melhorar em algo suas precárias condições de vida, além dos retoques ocasionais pelo passeio presidencial.

"É uma alegria, porque a comunidade vai estar nos jornais por outro motivo que não a violência, a criminalidade", disse José Neves, presidente da Associação de Moradores União Comunitária.

Este populoso bairro de aproximadamente 40 mil pessoas, na zona oeste do Rio de Janeiro, foi tomado há dois anos pelas forças de segurança, que expulsaram os traficantes e estabeleceram uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP), que durante décadas impuseram sua própria lei na favela.

DESTINO EXÓTICO

A Cidade de Deus reproduz a paisagem urbana de qualquer favela da cidade, com botecos, cabos elétricos embolados e lixo acumulado nas ruelas.

Esse caráter a transformou em exótico destino turístico, colocando-a em pacotes turísticos de passeios guiados.

Para a visita deste domingo, a prefeitura buscou embelezar o estado de algumas ruas e recolher lixos, mas houve quem não escondesse o mal-estar com o esquema de segurança que praticamente sitiou parte do bairro, mobilizou atiradores de elite nos telhados e restringiu a livre circulação dos moradores.

Obama, no entanto, não é o primeiro presidente dos Estados Unidos a se aventurar em uma favela carioca.

Em 1997, o então presidente americano, Bill Clinton, conheceu um projeto de assistência social patrocinado por empresas americanas no Morro da Mangueira, onde bateu bola com Pelé, então ministro dos Esportes.

Naquela ocasião, cerca de 2.000 policiais --entre agentes federais do Brasil e dos Estados Unidos-- velaram pela segurança de Clinton, que conquistou o carinho do povo ao vestir a camisa da Estação Primeira de Mangueira.

Informações: Portal Folha São Paulo

Na categoria de hotéis cinco estrelas, o Rio é o segundo destino mais caro do mundo

Na categoria de hotéis cinco estrelas, o Rio é o segundo destino mais caro do mundo, perdendo apenas para Nova York. Nenhuma cidade brasileira aparece entre as dez onde é possível se hospedar a preços melhores em hotéis cinco estrelas --a lista é liderada por Lisboa, em Portugal.

Um turista com R$ 300 para gastar em hospedagem por noite consegue ficar em hotéis quatro estrelas de cidades como Pequim (China), Buenos Aires (Argentina), Amsterdã (Holanda) e Barcelona (Espanha).

O mesmo valor paga hotéis três estrelas de Milão (Itália), Santiago (Chile), Estocolmo (Suécia) e São Paulo. Já no Rio, o valor é a média para hospedagem em hotéis duas estrelas.

Os brasileiros investiram em 2010 somas equivalentes para hospedagem no Brasil ou no exterior: R$ 252 contra R$ 253 por noite, em média, respectivamente. Já os espanhóis são os que pagam a maior diferença quando saem de seu país: R$ 182 nacionalmente contra R$ 242 no exterior.

O índice aponta os valores efetivamente pagos por clientes na contratação de 111 mil quartos em cerca de 18 mil lugares.

RIO CARO

Segundo a pesquisa, a capital do Rio de Janeiro continua sendo o destino mais caro do Brasil, com diária média de R$ 314 por quarto. Em segundo lugar, vem o balneário de Búzios, também no Rio, com quartos a R$ 306; e São Paulo, com preço médio de R$ 242.

Em geral, houve aumento de 1% no custo de quartos de hotel no Brasil em 2010, sendo R$ 252 o valor médio cobrado por noite. Mas alguns destinos brasileiros registraram crescimento de dois dígitos. Por exemplo, Natal (RN) teve aumento de 17%, com tarifas a R$ 220; Recife (PE), de 15%, a R$ 188; e Porto Alegre (RS), de 10%, cobrando atualmente R$ 199.

Em paralelo, o HPI registrou quedas em algumas cidades. Salvador (BA), que na última edição do estudo era a terceira cidade mais cara do Brasil, após um corte de 25%, apresenta o valor médio de R$ 200, caindo para o oitavo lugar.

O preço médio pago por viajantes em um quarto de hotel na América Latina também aumentou 1% em 2010, comparado ao ano anterior. Os valores das diárias também ficaram relativamente estáveis na Europa e no Caribe, com o mesmo percentual.

Já na Ásia foi registrada queda de 2% em relação a 2009. O aumento de 2% na América do Norte foi o que impulsionou a média global do índice, que registrou crescimento de 2% no período.

Algumas capitais latinas registraram quedas de preço, como Lima, no Peru (-21%); Montevidéu, no Uruguai (-10%); e Santiago (-6%). Já Buenos Aires e Bogotá tiveram, respectivamente, aumento no valor das diárias de 6% e 5%.

Informações: Portal Folha de SãoPaulo

segunda-feira, 21 de março de 2011

Barack Obama visita o Cristo Redentor com a família



O nosso maior cartão postal, o Cristo Redentor, encantou a família Obama. O Cristo e a beleza da paisagem da cidade maravilhosa é uma mistura perfeita. Beleza que poderia se estender ao cotidiano de todos que moram ali. É o que desejamos. Viva o Rio que continua sendo... aquele abraço!

"A cidade do Rio de Janeiro pode ser declarada, em 2012, Patrimônio Mundial da Humanidade, na categoria de paisagem cultural. A decisão será tomada na 36ª Sessão do Centro do Patrimônio Mundial da Unesco, que acontecerá ano que vem, ainda sem uma sede definida. Paisagens mundialmente famosas, como o Pão de Açúcar, o Corcovado, a Floresta da Tijuca ou a Praia de Copacabana, além da relação do homem com a natureza, serão os trunfos da candidatura da cidade, cujo dossiê foi encaminhado à Unesco no último mês de janeiro.

Até agora, os lugares reconhecidos pelo Unesco como Patrimônio Mundial na categoria cultural se relacionam a áreas rurais, sistemas agrícolas tradicionais, jardins históricos e locais de cunho simbólico, religioso e afetivo. E se a candidatura do Rio for aprovada, será a primeira paisagem cultural urbana na lista de patrimônios mundiais, abrindo espaço para uma nova visão e abordagem sobre os bens culturais, conceito adotado pela Unesco em 1992.

A elaboração da proposta do Rio foi coordenada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), com participação do Instituto Estadual de Patrimônio Cultural (Inepac), da prefeitura do Rio, do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e da Fundação Roberto Marinho.

Atualmente, o Brasil tem 18 bens culturais e naturais na lista de 911 reconhecidos pela Unesco.

Os bens naturais são: o Parque Nacional do Iguaçu, no Paraná (1986); a Costa do Descobrimento, entre a Bahia e o Espírito Santo (1997); o Parque Nacional Serra da Capivara, no Piauí (1998); a Reserva Mata Atlântica, em São Paulo e no Paraná (1999); o Parque Nacional do Jaú, no Amazonas (2000); o Pantanal Mato-grossense, no Mato Grosso e no Mato Grosso do Sul (2000); os parques nacionais dos Veadeiros e das Emas, em Goiás (2001); e o Parque Nacional de Fernando de Noronha (2001).

Já os bens culturais são: o Conjunto Arquitetônico e Urbanístico de Ouro Preto, em Minas Gerais (1980); o Centro Histórico de Olinda, em Pernambuco (1982); as Ruínas de São Miguel das Missões, no Rio Grande do Sul (1983); o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas, em Minas (1985); o Centro Histórico de Salvador, na Bahia (1985); o Conjunto Urbanístico de Brasília, no Distrito Federal (1987); o Centro Histórico de São Luís, no Maranhão (1997); o Centro Histórico de Diamantina, em Minas (1999); e o Centro Histórico de Goiás, em Goiás (2001).

No ano passado, na 34ª Sessão do Patrimônio Mundial, realizada em Brasília, a Praça de São Francisco em São Cristovão, Sergipe, se tornou o 18º bem brasileiro reconhecido pela Unesco.

Em julho de 2007, o Cristo Redentor já tinha sido eleito uma das novas Sete Maravilhas. A eleição foi feita por uma fundação suíça, por meio de votação popular pela internet e por mensagens telefônicas."

Informações: jornaloglobo

Critérios de seleção de Património Mundial

Os sítios candidatos a patrimônio mundial devem satisfazer a alguns critérios de seleção. A solicitação deve ser feita pelo Estado onde o sítio se encontra; a UNESCO não faz recomendações para que se inclua algum sítio na lista.

Até o fim de 2004, os critérios eram divididos em duas categorias: critérios naturais e critérios culturais. Depois dessa data, as diretrizes operacionais para a execução da Convenção do Patrimônio Mundial foram revisadas e somente um conjunto de dez critérios existe atualmente, abrangendo os antigos critérios. Veja a tabela com os critérios antes e depois da revisão das diretrizes:

Para a inclusão de um sítio na lista do Patrimônio Mundial, ele deve atender a pelo menos um dos seguintes critérios:

(i)representar uma obra-prima do gênio criativo humano; ou
(ii)mostrar um intercâmbio importante de valores humanos, durante um determinado tempo ou em uma área cultural do mundo, no desenvolvimento da arquitetura ou tecnologia, das artes monumentais, do planejamento urbano ou do desenho de paisagem; ou
(iii)mostrar um testemunho único, ou ao menos excepcional, de uma tradição cultural ou de uma civilização que está viva ou que tenha desaparecido; ou
(iv)ser um exemplo de um tipo de edifício ou conjunto arquitetônico, tecnológico ou de paisagem, que ilustre significativos estágios da história humana; ou
(v)ser um exemplo destacado de um estabelecimento humano tradicional ou do uso da terra, que seja representativo de uma cultura (ou várias), especialmente quando se torna(am) vulnerável(veis) sob o impacto de uma mudança irreversível; ou
(vi)estar diretamente ou tangivelmente associado a eventos ou tradições vivas, com idéias ou crenças, com trabalhos artísticos e literários de destacada importância universal; [2]
(vii)conter fenômenos naturais excepcionais ou áreas de beleza natural e estética de excepcional importância; ou
(viii)ser um exemplo excepcional representativo de diferentes estágios da história da Terra, incluindo o registro da vida e dos processos geológicos no desenvolvimento das formas terrestres ou de elementos geomórficos ou fisiográficos importantes; ou
(ix)ser um exemplo excepcional que represente processos ecológicos e biológicos significativos da evolução e do desenvolvimento de ecossistemas terrestres, costeiros, marítimos ou aquáticos e comunidades de plantas ou animais; ou
(x)conter os mais importantes e significativos habitats naturais para a conservação in situ da diversidade biológica, incluindo aqueles que contenham espécies ameaçadas que possuem um valor universal excepcional do ponto de vista da ciência ou da conservação.
Wikipédia, a enciclopédia livre

Gotan Project - Last Tango In Paris

domingo, 20 de março de 2011

Hoje é dia do blogueiro


Parabéns a todos que fazem do mundo virtual um lugar cheio de encantos, de verdade e de viagem interior!
Um beijo pra cada um que passa por aqui!

sábado, 19 de março de 2011

Somos hóspedes da vida



"Esta vida é uma estranha hospedaria,
De onde se parte quase sempre às tontas,
Pois nunca as nossas malas estão prontas,
E a nossa conta nunca está em dia." [Mário Quintana]

As 10 ilhas mais charmosas do planeta

Seychelles
Diz a lenda local que Praslin, uma das 115 ilhas deste arquipélago no Oceano Índico africano, teria sido o Jardim do Éden. Hoje, os casais de Adão e Eva modernos aproveitam as ilhas pra desfrutar das paradisíacas e tranquilas praias. Para quem prefere agitação, a mais indicada é Mahé, a maior ilha do país e um grande calderão de culturas com uma agitava vida noturna.
Cozumel
Na maior ilha mexicana dá para aproveitar as praias com suas areias brancas e águas claras, além de ainda desfrutar das riquezas arqueológicas e culturais deixadas pelo povo maia. Realize um mergulho para descobrir belezas do segundo maior coral do mundo. Já enquanto estiver se bronzeando no sol, uma ideia para se refrescar é tomar um drinque maia feito a partir de mel fermentado de abelhas e da flor Glória da Manhã.
Vancouver
Localizada no Canadá, a ilha de Vancouver recebe sua principal influência do outro lado do mundo: Inglaterra. Em Victória, assista a uma partida de críquete, jante o típico fish and chips, e ainda faça passeios nos ônibus de dois andares londrinos. Fora da cidade, uma natureza exuberante é perfeita para aventureiros que queiram praticar esportes radicais.
Maui
Terra, ar, fogo e água trabalham de forma harmônica para criar um verdadeiro paraíso no Havaí. Não deixe de conhecer (existem até passeios de helicóptero) a exuberante vista do Haleakala Crater e seus fabulosos pássaros. Mergulhe também no The Valley Isle’s e confira as deslumbrantes praias com forte sol. De noite, a pedida é continuar na areia acompanhado de LUAUS e pratos feitos de acordo com as tradições havaianas.
Galápagos
Não é a toa que Darwin utilizou Galápagos como base para seus estudos sobre a Teoria da Evolução: trata-se de um santuário para ecoturistas e amantes de animais selvagens. Mais de 50 mil leões marinhos e 15 mil tartarugas habitam o arquipélago, que faz parte do território do Equador e fica no Oceano Pacífico. Entre os animais locais ilustres está Lonesome George, a última sobrevivente de uma espécie de tartaruga gigante.
Ilha de Páscoa
No Pacífico, bem afastada do continente, uma ilha intriga os estudiosos das culturas antigas. A história em torno das Estátuas Gigantes da Ilha de Páscoa, chamadas de Moais, ainda é um mistério para os antropólogos. Somando-se o misticismo a uma beleza austera única no mundo, esses 887 monumentos que podem chegar até 20 metros formam um paraíso para quem se anima a conhecer um os cantos mais isolados e curiosos do mundo.
Bermudas
Além das já conhecidas praias de areia cor de rosa e de um clima dividido em somente duas estações, primavera e verão, Bermudas oferece um clima de formalidade britânica bem diferente do espírito caribenho. O resultado é uma mistura interessante de descontração e estilo. Para deixar tudo mais chique, o país ainda é o líder mundial em campos de golfe por metro quadrado.

Malta
O ambiente medieval de Valleta é perfeito para conhecer a história dos lendários Cavalheiros de Malta. Dentro da cidade e seus muros, a parada obrigatória é o Palácio dos Grandes Mestres. Além da mais movimentada Malta, as pacatas Gozo e Comino completam as principais ilhas do arquipélago mediterrâneo. Visite em Gozo os dois templos de Ggantija, considerados os mais antigos monumentos a céu aberto do mundo.
Chipre
Localizada no Mediterrâneo, Chipre aproveitou sua privilegiada geografia para beber da fonte de todas as diversas culturas que estão na sua volta. Traços da Europa, Oriente Médio, Grécia e Turquia podem ser vistos aqui. Um dos seus principais destaques é o porto de Limassol, vista como a “Paris Mediterrânea” pelo chique ambiente de cafés e ares europeus.
Jamaica
Um dos principais pontos turísticos do Caribe, Jamaica não é apenas berço do reggae e do lendário Bob Marley. Suas atrações se misturam entre exóticas praias, belas paisagens naturais, riqueza cultural e luxuosos resorts. Ainda para os amantes do café, muitos consideram os grãos plantados no vale de Blue Mountains os melhores do mundo.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Viagem por Saramago


"A viagem não acaba nunca. Só os viajantes acabam. E mesmo estes podem prolongar-se em memória, em lembrança, em narrativa. Quando o visitante sentou na areia da praia e disse: ‘Não há mais o que ver’, saiba que não era assim. O fim de uma viagem é apenas o começo de outra. É preciso ver o que não foi visto, ver outra vez o que se viu já, ver na primavera o que se vira no verão, ver de dia o que se viu de noite, com o sol onde primeiramente a chuva caía, ver a seara verde, o fruto maduro, a pedra que mudou de lugar, a sombra que aqui não estava. É preciso voltar aos passos que foram dados, para repetir e para traçar caminhos novos ao lado deles. É preciso recomeçar a viagem. Sempre."
José Saramago

terça-feira, 15 de março de 2011

Conheça Mianmar "principal destino emergente" de 2011





Um paraíso de belas praias com filas de palmeiras e areias puras, alguns luxuosos hotéis e, principalmente, sem o agito de multidões de turistas, a revista britânica "Wanderlust" deu a Mianmar o título de "principal destino emergente" de 2011.

Essa é uma outra face do país governado por militares desde golpe em 1962, famoso pelas violações de direitos humanos e por sua ativista Aung San Suu Kyi, Prêmio Nobel da Paz libertada no fim do ano passado.

Um dos países mais isolados do mundo, principalmente no mundo ocidnetal, tem interdições dos Estados Unidos e União Europeia, além de resolução da ONU, de novembro passado, condenando abusos de direitos humanos. Mesmo assim, o Brasil abriu embaixada em Mianmar em maio do ano passado e se absteve na resolução da ONU.

"Estive em muitas praias, e esta é realmente incrível", disse o aposentado canadense Hugh Minielly, 69, enquanto ele e sua esposa Mary assistiam a um pôr do sol sobre a baía de Bengala, no resort costeiro de Mianmar Ngapali.

Apenas cerca de uma dúzia de hotéis se espalham entre os três quilômetros de palmeiras da região, incluindo alguns com refinadas vilas de frente para o mar, onde se pode hospedar em uma noite por algumas centenas de dólares.

Aqueles que decidem se aventurar à nação empobrecida --uma das mais subdesenvolvidas do mundo--, dão seu testemunho sobre os habitantes amistosos, a boa comida marinha e, acima de tudo, a falta de outros turistas.

"Estive procurando por uma praia como em Goa [na Índia], e aqui é como Goa, mas sem os mochileiros e turistas. É tão autêntico", disse Minielly.

FILME

A busca por uma costa idílica apareceu no filme "A Praia" (2000), em que Leonardo DiCaprio interpreta um jovem mochileiro encontra uma aparentemente utópica comunidade em uma baía remota.

Pontos isolados estão cada vez mais difíceis de encontrar, como a vizinha Tailândia pode atestar: ela teve 16 milhões de turistas em 2010, enquanto Mianmar teve 300.000, de acordo com a Associação de Viagem da Ásia e Pacífico (Pata).

A baía de Maya, na ilha Phi-Phi Leh, Tailândia, onde o filme foi gravado em 1999, agora dificilmente pode se parecer com a praia dos sonhos de DiCaprio: todo dia, dezenas de barcos levam centenas de turistas que seguem os passos do ator.

Já na Índia, por anos suas praias mais populares entre turistas puderam ser encontradas no Estado de Goa, onde visitantes podem beber cerveja gelada e se deliciar com comida marinha, curtido a atmosfera relaxante.

Mas casos de violência contra turistas, tráfico de drogas e comercializações indevidas tiraram o glamour deste destino.

BOICOTE A TURISMO

Em Ngapali, habitantes locais e estrangeiros estão conseguindo conservar o apelo rústico, mas Mianmar também obtendo um grande crescimento relativo do número de turistas. Embora o total do ano passado parece modesto, é quase 30% a mais que no ano anterior.

Aung San Suu Kyi ainda se mantém contra a ida de grupos turísticos a Mianmar, o que frequentemente beneficia o governo financeiramente.

Mas seu partido "não se oporia a turistas individuais que cheguem para estudar a situação e descobrir o que está realmente acontecendo", disse ela em dezembro, amenizando declarações anteriores de boicote ao turismo no país.

Informações: Folha de São Paulo


segunda-feira, 14 de março de 2011

Existe sempre uma coisa Ausente


Um dos textos mais lindos e profundos de

Caio Fernando Abreu


Paris — Toda vez que chego a Paris tenho um ritual particular. Depois de dormir algumas horas, dou uma espanada no rodenirterceiromundista e vou até Notre-Dame. Acendo vela, rezo, fico olhando a catedral imensa no coração do Ocidente. Sempre penso em Joana d’Arc, heroína dos meus remotos 12 anos; no caminho de Santiago de Compostela, do qual Notre-Dame é o ponto de partida — e em minha mãe, professora de História que, entre tantas coisas mais, me ensinou essa paixão pelo mundo e pelo tempo.

Sempre acontecem coisas quando vou a Notre-Dame. Certa vez, encontrei um conhecido de Porto Alegre que não via pelo menos á2o anos. Outra, chegando de uma temporada penosa numa Londres congelada e aterrorizada por bombas do IRA, na época da Guerra do Golfo, tropecei numa greve de fome de curdos no jardim em frente. Na mais bonita dessas vezes, eu estava tristíssimo. Há meses não havia sol, ninguém mandava notícias de lugar algum, o dinheiro estava no fim, pessoas que eu considerava amigas tinham sido cruéis e desonestas. Pior que tudo, rondava um sentimento de desorientação. Aquela liberdade e falta de laços tão totais que tornam-se horríveis, e você pode então ir tanto para Botucatu quanto para Java, Budapeste ou Maputo — nada interessa. Viajante sofre muito: é o preço que se paga por querer ver “como um danado”,feito Pessoa. Eu sentia profunda falta de alguma coisa que não sabia o que era. Sabia só que doía, doía. Sem remédio.

Enrolado num capotão da Segunda Guerra, naquela tarde em Notre-Dame rezei, acendi vela, pensei coisas do passado, da fantasia e memória, depois saí a caminhar. Parei numa vitrina cheia de obras do conde Saint-Germain, me perdi pelos bulevares da le dela Cité. Então sentei num banco do Quai de Bourbon, de costas para o Sena, acendi um cigarro e olhei para a casa em frente, no outro lado da rua. Na fachada estragada pelo tempo lia-se numa placa: “II y a toujours quelque choe d’abient qui me tourmente” (Existe sempre alguma coisa ausente que me atormenta) — frase de uma carta escrita por Camilie Claudel a Rodín, em 1886. Daquela casa, dizia aplaca, Camille saíra direto para o hospício, onde permaneceu até a morte. Perdida de amor, de talento e de loucura.

Fazia frio, garoava fino sobre o Sena, daquelas garoas tão finas que mal chegam a molhar um cigarro. Copiei a frase numa agenda. E seja lá o que possa significar “ficar bem” dentro desse desconforto inseparável da condição, naquele momento justo e breve — fiquei bem. Tomei um Calvados, entrei numa galeria para ver os desenhos de Egon Schiele enquanto a frase de Camille assentava aos poucos na cabeça. Que algo sempre nos falta — o que chamamos de Deus, o que chamamos de amor, saúde, dinheiro, esperança ou paz. Sentir sede, faz parte. E atormenta.

Como a vida é tecelã imprevisível, e ponto dado aqui vezenquando só vai ser arrematado lá na frente. Três anos depois fui parar em Saint-Nazaire, cidadezinha no estuário do rio Loire, fronteira sul da Bretanha. Lá, escrevi uma novela chamada Bem longe de Marienbad , homenagem mais à canção de Barbara que ao filme de Resnais. Uma tarde saí a caminhar procurando na mente uma epígrafe para o texto. Por “acaso”, fui dar na frente de um centro cultural chamado (oh!) Camille Claudel. Lembrei da agenda antiga, fui remexer papéis. E lá estava aquela frase que eu nem lembrava mais e era, sim, a epígrafe e síntese (quem sabe epitáfio, um dia) não só daquele texto, mas de todos os outros que escrevi até hoje. E do que não escrevi, mas vivi e vivo e viverei.

Pego o metrô, vou conferir. Continua lá, a placa na fachada da casa número 1 do Quai de Bourbon, no mesmo lugar. Quando um dia você vier a Paris, procure. E se não vier, para seu próprio bem guarde este recado: alguma coisa sempre faz falta. Guarde sem dor, embora doa, e em segredo.

O Estado de S. Paulo, 3/4/1994

quinta-feira, 10 de março de 2011

Rota dos Cemitérios, montada pelo Conselho Europeu em seu Programa de Circuitos Culturais

Foto:
Olivier Hoslet/Efe

Turistas junto à tumba do compositor Frederic Chopin, no cemitério parisiense de Pere Lachaise


Um total de 54 cemitérios europeus são, desde setembro passado, destinos turísticos oficiais do continente, espalhados por 18 países. Por meio deles, é possível conhecer o patrimônio funerário e parte da história dos povos e cidades locais.

A Rota dos Cemitérios, montada pelo Conselho Europeu em seu Programa de Circuitos Culturais, passa por Oslo, na Noruega, ilha de Cerdena, na Itália; Bucareste, na Romênia; até Porto, em Portugal.

A promotora do projeto foi a espanhola María Luisa de Yzaguirre, presidente da Associação de Cemitérios Significativos da Europa (ASCE).

"Os cemitérios guardam os diferentes costumes e crenças dos povos e isso permite compreender muitos dos valores europeus", diz ela. "Devem ser considerados uma parte importante do patrimônio cultural europeu, do ponto de vista artístico, histórico e antropológico".

FAMOSOS

Entre os muros de todos estes cemitérios, háesculturas, sepulcros refindos, capelas, panteões monumentais, lápides e inscrições, fontes, histórias curiosas e, o que chama a atenção de muitos visitantes,tumbas de personagens famosos.

Um exemplo é o Cemitério No Católico, de Roma, mais conhecido como o "dos poetas e artistas", onde estão as tumbas do poeta inglês John Keats (1795-1821) ou a do fundador do Partido Comunista da Itália, Antonio Gramsci (1891-1937).

O mais famoso de todos é o parisiense Père Lachaise, onde foram sepultados a cantora francesa Edith Piaf, o escritor irlandês Oscar Wilde, ocompositor italiano Gioachino Rossini e o escritor francês Marcel Proust. Suas tumbas recebem milhares de visitas por ano.

A presidente da ASCE explica que os cemitérios surgiram na Europa após serem proibidos os enterros dentro das igrejas. "Houve uma época em que as pessoas queriam ser reconhecidas depois de sua morte, e foi quando se construíram grandes panteões com esculturas em sua homenagem", diz Yzaguirre.

No entanto, conta ela, "no início do século 20, o costume de se enterrar os mortos diminuiu muito, e agora é muito comum a cremação; as pessoas já não visitam os cemitérios como antes".

Informações: Folha de São Paulo

terça-feira, 8 de março de 2011

Museu sueco explora 500 anos de 'desejos e depravações'

"Danaë and the shower of gold", de Adolf Ulrik Wertmülle

"Desejo & Depravação" é o tema provocante da mostra que o Museu Nacional de Estocolmo exibe na capital sueca a partir de 24 de março, com mais de 200 obras que ilustram as mudanças na percepção de sexualidade e moralidade através dos séculos.

A exposição vai reunir trabalhos que vão desde o século 16 até a atualidade, explorando os contrastes na forma como a virtude e o pecado foram representados na arte em diferentes épocas.

"Queremos que os visitantes tenham as suas próprias interpretações sobre o que é desejo e o que é depravação", disse à BBC Brasil a gerente de divulgação do museu, Anna Jansson.

"A arte erótica sempre foi produzida por homens e para homens. Quisemos mudar essa perspectiva, e por isso incluímos várias artistas mulheres na parte contemporânea da mostra."

Pinturas de traseiros femininos vão decorar a primeira sala da mostra, em uma referência considerada pecaminosa em outros tempos: os organizadores da exibição observam que, no passado, os valores vigentes rezavam que o sexo, além de restrito ao casamento, exigia contato visual frontal entre o casal a fim de ser moralmente aceitável.


Uma das montagens da exposição mostra como as meninas eram educadas para viver uma vida virtuosa, a fim de arranjarem um bom marido. Entre os itens em exibição estará um cinto de castidade cedido pelo Nordiska Museet de Estocolmo.
VIDA VIRTUOSA

Obras dos séculos 16 estarão representando a rígida moral religiosa do período. Nessa época, muitos artistas pintavam detalhes eróticos em cenas míticas ou bíblicas, em geral carregadas de insinuações moralistas sobre as consequências de um estilo de vida pecaminoso.

No século 18, pinturas de tom erótico eram em grande parte restritas aos aposentos privados dos homens. Até a metade do século 19, os museus ainda enfrentavam dilemas para exibir obras com nuances eróticas. Como observa Anna Jansson, alguns museus chegavam a encomendar folhas de figueira para encobrir as partes íntimas representadas em esculturas antigas.

IGREJA E ELITE

Havia, no entanto, uma enorme diferença entre o comportamento que a Igreja pregava para as massas e as liberdades que as elites se davam. A mostra examina a visão das classes altas no século 18, para as quais o casamento era essencialmente uma instituicão social --paixões ardentes eram buscadas com frequência longe da bênção dos padres.

A partir do século 19, com a expansão da urbanização e o crescimento das cidades, os encontros sexuais anônimos e a prostituição trouxeram novas interpretações de sexualidade e moralidade.

A visão contemporânea de virtude e pecado estará representada na mostra por obras de artistas suecos e dinamarqueses como Kristina Jansson, Gisela Schink e Lars Nilsson.

"Desejo & Depravacão" estará aberta ao público até 14 de agosto.

Informações: folha.uol.com.br

segunda-feira, 7 de março de 2011

Primeiro resort de luxo para cães na França



Já é raro encontrar hotéis para animais de estimação, imagine só um resort de luxo, com classificação quatro estrelas (ou melhor, quatro patas, como indica o site) exclusivo para nossos cães aproveitarem suas “férias”.

Oferecer o que há de melhor na área de hotelaria para estes animais é a proposta do Actuel Dogs, o primeiro resort de luxo exclusivo para cães da França, e que fica em Vincennes, pertinho de Paris, numa área privilegiada.

O hotel fica próximo a um bosque, em que são realizadas caminhadas com os cães. Dotada de uma equipe apaixonada e profissional, e orientada por uma equipe de veterinários, Actuel Dogs oferece aos cães serviços que têm como objetivo principal assegurar o equilíbrio mental e físico necessários ao bem-estar dos animais.

São mais de 200 m2 com instalações como uma sala de jogos, uma piscina com temperatura variável, uma sala de massagem, sala de banhos, menus à la carte, e atividades adaptadas à saúde, idade e necessidades específicas de cada cãozinho.

Piscina, hidromassagem, sala fitness, jogging com personal trainer, quartos finamente decorados, atenção e carinho, tudo a preços que não são tão altos assim (35 euros pela diária).

Informações: viajandaunblog.pop.com.br

Via Travel Blog Foto: jpctalbot

A primeira máscara de Carnaval…



…data de 30.000 anos A.C. e era fabricada e ornamentada para ser usada em celebrações, cultos e rituais de povos primitivos.

No Antigo Egito, o povo acreditava que a colocação de uma máscara na face dos mortos ajudava na passagem para a vida eterna. Na China, as máscaras eram usadas para afastar os maus espíritos, enquanto que os Gregos usavam as máscaras nas suas cerimônias religiosas. O mais antigo documento sobre o uso das máscaras em Veneza data de 02 de Maio de 1268. Um outro, datado de 22 de Fevereiro de 1339, proibia os mascarados de vaguearem pela noite nas ruas da cidade. Todavia, o seu uso era permitido durante todo o carnaval, exceto nas festas religiosas e ao entrar nas igrejas. Durante todas as manifestações importantes, como as festas republicanas, era consentido o uso dos trajes Venezianos que compunham o uso das máscaras.
Em Itália, os “bobos da corte”, artistas do riso, transformaram-se em Arlequim, Pulcinella, Pierrot e Colombina, personagens que inspiraram o Carnaval de Veneza, sendo que as máscaras, tinham o poder de revelar ou ocultar sentimentos.
Na necessidade do homem de se embelezar e de se transformar, surge em Veneza, no século XV, o primeiro baile de máscaras, “Ball Masquê”, onde o uso da máscara também se fazia necessário devido aos constantes conflitos políticos. Os Cortesãos mascarados faziam brincadeiras, confiantes no anonimato, extravasando todos os seus impulsos reprimidos, libertando-os das normas sociais.
Em Veneza, as máscaras também se tornaram peças decorativas, transformando-se na principal atividade econômica da Região. Em relação à palavra Carnaval, esta tem origem na Idade Média, sendo que para uns, deriva de “carrum navalis”, que eram os carros navais que faziam a abertura das Dionisías Gregas nos séculos VII e VI a.C. e para outros, a palavra surgiu quando Gregório I, o Grande, em 590 d.C. transferiu o início da Quaresma para quarta-feira, antes do sexto domingo que precede a Páscoa. Ao sétimo domingo, denominado de “quinquagésimo” deu o nome de “dominica ad carne levandas”, expressão que seria sucessivamente abreviada para “carne levandas”, “carne levale”, “carne levamen”, “carneval” e “carnaval”.
Todas estas variantes têm origem em dialetos italianos (como o Milanês, Siciliano, Calabres, etc..) e que significam ação de tirar, que neste caso quer dizer “retirar a carne” e refere-se à proibição religiosa do consumo de carne durante os quarenta dias que dura a quaresma.

Frase do Dia


"Fantasia é um troço que o cara tira no carnaval." João Bosco

Londres expõe quadro mais caro vendido em leilão da história

'Desnudo, hojas verdes y busto', tela de Picasso.
(Foto: AP/Christie's Images

O quadro mais caro vendido em um leilão da história, o chamado "Desnudo, hojas verdes y busto" (Nu, Folhas Verdes e busto)", do espanhol Pablo Picasso, poderá ser contemplado neste domingo (6) pela primeira vez no Reino Unido.

A obra foi pintada pelo artista no ano 1932, e estará exposta ao público na galeria de arte contemporânea Tate Modern de Londres, em uma nova sala dedicada a Picasso.

O quadro foi vendido na galeria Christie's em Nova York em maio do ano passado por um preço que marcou um recorde mundial ao alcançar a cifra de US$ 106,5 milhões.

"Trata-se de um quadro de destaque de Picasso e estou muito feliz que possamos expô-lo perante o público britânico", indicou o diretor da Tate, Nicholas Serota, a imprensa britânica.

A pintura, de 162 centímetros de largura e 130 de altura, tem tons azuis, rosas e verdes vivos e é um retrato de Marie-Thérèse Walter, amante de Picasso no final dos anos 1920 e nos anos 1930.

Até o momento de sua venda, o quadro fazia parte da coleção americana de Mrs. Sydney F. Rody, uma das mais prestigiosas do mundo da arte modernista.

Informações e foto: G1

quarta-feira, 2 de março de 2011